No Brasil atual, são raras as situações que podemos sentir emoção quando se fala desse imenso território, formado por diferentes etnias, diferentes relevos, diferentes dificuldade.
Mas como em todo país, toda cidade, toda comunidade, somos feitos de paixão.
Parabéns Fabiana Cozza, Criolo, Socorro Lira, Hebert Lucena, Ponto BR, Kleuton e Karen, Passo Torto, João Hermeto, Rita Rameh e Luiz Waac, Hamilton de Holanda, por serem assim como muitos outros já consagrados, brasileiros a nos lembrar disso.
Duas décadas se passaram desde a primeira premiação. Em 1987, o então Prêmio Sharp surgiu como um novo incentivo na cultura brasileira, era a festa que faltava para celebrar a diversidade da música produzida em todos os cantos do Brasil!
Criolo, por exemplo, voltou para casa com três. "Obrigado Rap nacional. Devo tudo isso a você!", disse ele, em mensagem no seu Facebook.
Herbert Lucena - que com seu álbum "Não Me Peçam Jamais Que Eu Dê De Graça Tudo Aquilo Que Eu Tenho Para Vender" foi o campeão de indicações, também ficou feliz. O disco ganhou na categoria Projeto Visual, melhor disco regional e, ainda nesta categoria, ele foi eleito o melhor cantor.
O Prêmio da Música Brasileira passou por diversas fases. Por mais de dez anos foi chamado de Prêmio Sharp (1987 a 1998). Também recebeu os nomes de Prêmio da Música Brasileira (2001) e Prêmio TIM de Música (2003 a 2008).
Ao longo de todos estes anos, seu idealizador, José Maurício Machline contou com diversos parceiros. Mas o ano de 2009 foi especialmente marcante. Machline resolveu realizar a Premiação sem patrocínio apenas com a ajuda de amigos, artistas e fornecedores, comprovando a importância do Prêmio da Música para a cultura Brasileira. A 20ª edição homenageou Clara Nunes e marcou a história do Prêmio.
Desde a 21ª edição, em 2010, o Prêmio da Música Brasileira é patrocinado pela Vale que mantém a parceria até hoje.
Em 2011, o homenageando da 22ª Edição foi Noel Rosa, um dos grandes nomes da música do país. Assim como Vinicius de Moraes. Dorival Caymmi, Maysa, Elizeth Cardoso, Luiz Gonzaga, Ângela Maria & Cauby Peixoto, Gilberto Gil, Elis Regina, Milton Nascimento, Rita Lee, Jackson do Pandeiro, Maria Bethânia, Gal Costa, Ary Barroso, Lulu Santos, Baden Powell, Jair Rodrigues, Zé Kéti e Dominguinhos, Clara Nunes, D. Ivone Lara.
Na 23ª Edição, o Homenageado será João Bosco, um dos ícones da Música Brasileira.
"Essa é uma homenagem à música brasileira, aos grandes compositores que deixaram esse legado todo para que a gente possa continuar com essa música. Sempre sorrindo, sempre cantando, sempre alegrando e tocando a vida para frente", disse João.
Dobradinha também para Dori Caymmi, que foi o melhor cantor e álbum de MPB, e Alcione, melhor cantora e melhor disco de Canção Popular. Não bastasse a homenagem, João Bosco foi premiado por sua parceria com Chico Buarque, "Sinhá". "Essa música é uma jóia", disse Monica Salmaso, que intepretou a canção no show. E também saiu do PMB com seu troféu! E no ano seguinte da homenagem a Noel Rosa, quem levou a melhor foi Wilson Baptista, com a premiação do disco "O Samba Carioca de Wilson Baptista".
O Prêmio da Música Brasileira pede passagem e faz história!
Fontes;
http://www.premiodemusica.com.br/noticias/confira-os-vencedores
http://www.fabianacozza.com.br/agenda/
quinta-feira, junho 14, 2012
23º Prêmio da Música Brasileira
No Brasil atual, são raras as situações que podemos sentir emoção quando se fala desse imenso território, formado por diferentes etnias, diferentes relevos, diferentes dificuldade.
Mas como em todo país, toda cidade, toda comunidade, somos feitos de paixão.
Parabéns Fabiana Cozza, Criolo, Socorro Lira, Hebert Lucena, Ponto BR, Kleuton e Karen, Passo Torto, João Hermeto, Rita Rameh e Luiz Waac, Hamilton de Holanda, por serem assim como muitos outros já consagrados, brasileiros a nos lembrar disso.
Duas décadas se passaram desde a primeira premiação. Em 1987, o então Prêmio Sharp surgiu como um novo incentivo na cultura brasileira, era a festa que faltava para celebrar a diversidade da música produzida em todos os cantos do Brasil!
Criolo, por exemplo, voltou para casa com três. "Obrigado Rap nacional. Devo tudo isso a você!", disse ele, em mensagem no seu Facebook.
Herbert Lucena - que com seu álbum "Não Me Peçam Jamais Que Eu Dê De Graça Tudo Aquilo Que Eu Tenho Para Vender" foi o campeão de indicações, também ficou feliz. O disco ganhou na categoria Projeto Visual, melhor disco regional e, ainda nesta categoria, ele foi eleito o melhor cantor.
O Prêmio da Música Brasileira passou por diversas fases. Por mais de dez anos foi chamado de Prêmio Sharp (1987 a 1998). Também recebeu os nomes de Prêmio da Música Brasileira (2001) e Prêmio TIM de Música (2003 a 2008).
Ao longo de todos estes anos, seu idealizador, José Maurício Machline contou com diversos parceiros. Mas o ano de 2009 foi especialmente marcante. Machline resolveu realizar a Premiação sem patrocínio apenas com a ajuda de amigos, artistas e fornecedores, comprovando a importância do Prêmio da Música para a cultura Brasileira. A 20ª edição homenageou Clara Nunes e marcou a história do Prêmio.
Desde a 21ª edição, em 2010, o Prêmio da Música Brasileira é patrocinado pela Vale que mantém a parceria até hoje.
Em 2011, o homenageando da 22ª Edição foi Noel Rosa, um dos grandes nomes da música do país. Assim como Vinicius de Moraes. Dorival Caymmi, Maysa, Elizeth Cardoso, Luiz Gonzaga, Ângela Maria & Cauby Peixoto, Gilberto Gil, Elis Regina, Milton Nascimento, Rita Lee, Jackson do Pandeiro, Maria Bethânia, Gal Costa, Ary Barroso, Lulu Santos, Baden Powell, Jair Rodrigues, Zé Kéti e Dominguinhos, Clara Nunes, D. Ivone Lara.
Na 23ª Edição, o Homenageado será João Bosco, um dos ícones da Música Brasileira.
"Essa é uma homenagem à música brasileira, aos grandes compositores que deixaram esse legado todo para que a gente possa continuar com essa música. Sempre sorrindo, sempre cantando, sempre alegrando e tocando a vida para frente", disse João.
Dobradinha também para Dori Caymmi, que foi o melhor cantor e álbum de MPB, e Alcione, melhor cantora e melhor disco de Canção Popular. Não bastasse a homenagem, João Bosco foi premiado por sua parceria com Chico Buarque, "Sinhá". "Essa música é uma jóia", disse Monica Salmaso, que intepretou a canção no show. E também saiu do PMB com seu troféu! E no ano seguinte da homenagem a Noel Rosa, quem levou a melhor foi Wilson Baptista, com a premiação do disco "O Samba Carioca de Wilson Baptista".
O Prêmio da Música Brasileira pede passagem e faz história!
Fontes;
http://www.premiodemusica.com.br/noticias/confira-os-vencedores
http://www.fabianacozza.com.br/agenda/
sexta-feira, junho 08, 2012
quarta-feira, junho 06, 2012
Na Faixa / Jd. São Luís
Unidade do Jardim São Luís é a primeira na região sul e a quarta da cidade a entrar em funcionamento. Com 7,4 mil m² de área construída, o prédio oferece estrutura e equipamentos para que a comunidade da região - em especial, crianças e jovens - tenha espaço tanto para aprender linguagens artísticas diversas quanto para mostrar o que é produzido localmente.
A Fábrica de Jardim São Luís é composta por dois prédios integrados, construídos com investimento total de R$ 13,1 milhões. No principal, existem as salas de aula, biblioteca com 140 m², uma sala de múltiplo uso, além da ala administrativa. No outro prédio, está instalado o teatro com 266 lugares que será usado para ensaios e apresentações das turmas da própria Fábrica, grupos e bandas da comunidade e convidados.
Serviço
Fábrica de Cultura de Jardim São Luís
Rua Antônio Ramos Rosa, 37. Jardim São Luís, zona sul de São Paulo
Fone: 5812-9899
A Fábrica de Jardim São Luís é composta por dois prédios integrados, construídos com investimento total de R$ 13,1 milhões. No principal, existem as salas de aula, biblioteca com 140 m², uma sala de múltiplo uso, além da ala administrativa. No outro prédio, está instalado o teatro com 266 lugares que será usado para ensaios e apresentações das turmas da própria Fábrica, grupos e bandas da comunidade e convidados.
Serviço
Fábrica de Cultura de Jardim São Luís
Rua Antônio Ramos Rosa, 37. Jardim São Luís, zona sul de São Paulo
Fone: 5812-9899
segunda-feira, junho 04, 2012
"Corrupção sim, liberdade de expressão não."
Todas as segundas-feiras eram realizadas atividades culturais no Sarau do Binho, um bar localizado no distrito de Campo Limpo, extremo Sul de São Paulo. Poetas, estudantes, professores e artistas se reuniam no extremo sul de São Paulo para compartilhar experiências, ler e ouvir poesia e fortalecer as relações humanas.
Os Saraus eram manifestações artísticas de teatro, dança, música e poesia que eram apresentadas para os nobres e reis. Hoje em dia os Saraus ainda estão presentes no nosso cotidiano, pois nossa vida é um eterno teatro.
Sarau Literário,pode ser realizado por qualquer grupo formado querendo expor seus textos ao público, discutir literatura (acadêmica ou leigamente) e conhecer um pouco mais da história dessa arte que nos traz tanta emoção e vivacidade aos nossos olhos!
No dia 28 de maio de 2012 o nosso amigo Binho, brilhante batalhador pela cultura e pelas causas sociais pode ter realizado seu último Sarau. Ao menos foi isso que nos foi dito no bar, que encerra suas atividades por conta de uma multa de R$ 8.000,00 por falta de licença de funcionamento, da Prefeitura de São Paulo.
O bar tem CNPJ e paga seus impostos, porém não conseguiu tirar o seu alvará de funcionamento e por este motivo vem recebendo multas, o que nos obriga ao fechamento do estabelecimento.
No espaço muitas pessoas até então invisíveis no meio da multidão dessa megalópole, se descobriram, seja para suas realizações artísticas, seja para o exercício de sua cidadania, portanto entendemos que não pode assim, simplesmente acabar um projeto tão importante para o desenvolvimento da nossa cultura.
O Sarau do Binho já não nos pertence mais, é de toda a nação, uma vez que muitos projetos culturais tomaram-no como inspiração, em lugares remotos da cidade; do Estado, haja visto a participação no Circuito Sesc, onde percorreu várias cidades do interior de São Paulo e foi visto por milhares de pessoas; e do país, onde compatriotas de diversos estados enviam mensagens de agradecimento ao ter passado por nossa cidade e podido participar deste encontro tradicional de segunda feira.
Quantas ações já partiram desse coletivo visando buscar o direito à cidadania, como no apoio à diversas organizações que lutam pelo seu direito, à moradia, à educação, à alimentação e à cultura, não podemos nos render e vamos assoprar esta brasa até que a chama volte a aquecer nossos anseios de um país mais justos e sem classes.
Não podemos deixar morrer o Sarau do Binho. É hora de mostrar a força dos coletivos culturais e sociais de São Paulo e do Brasil. Contamos com o apoio de todos.
Outro alvo é o Bar do Carlita, que recebe em seu espaço o Sarau Poesia na Brasa, organizado quinzenalmente na Brasilândia, zona norte de São Paulo.
O bar recebeu uma multa de R$ 3,5 mil da prefeitura, por não ter o alvará de funcionamento. Assim como no caso do Bar do Binho, Carlita, o proprietário, já tentou conseguir uma licença, porém não teve êxito. Vagner Souza, um dos integrantes do coletivo Poesia na Brasa, acredita que há relação entre os dois fatos. “A desculpa da prefeitura é a mesma, o alvará. Eles estão perseguindo quem promove uma cultura de enfrentamento.” Os organizadores e Carlita ainda não conseguiram pagar a dívida, porém temem por novas multas.
(Matéria com Abujamra, programa provocaçãoes)
No último sábado (02), durante o Sarau Poesia na Brasa, Vagner deixou claro que o grupo vai resistir e alertou: “Há, aqui na nessa rua, outro bar que não foi sequer visitado pela fiscalização. Isso é perseguição política, vai saber quantos bares na Vila Madalena não têm alvará.” No dia 13 de junho, às 12h, vai ocorrer um Sarau-Protesto em frente à Prefeitura de São Paulo. Os organizadores pedem que os manifestantes levem uma poesia para declamar e vão pedir a reabertura do bar.
Não é necessário perder muito tempo pesquisando dados para descobrir que em São Paulo, 8 em cada 10 bares e/ou restaurantes, não possuem Alvará de Funcionamento.
Mas por que o Sarau do Binho, ou o da Brasa? O que os torna inimigo desta administração Kassabiana?
Para que ele se torne amigo e tenha tudo, seria necessário aceitar as regras básicas de amizade desta administração. Pagar propina! Fazer politicagem! E o mais importante: "Esqueça essa história de fazer saraus na periferia".
Para derrubar os inimigos há um exército de leis. Primeiro eles vem com a Lei do Psiu e caso não funcione, mandam o esquadrão Lei do Alvará do Funcionamento. Em aquecimento está ainda o Pelotão Vigilancia Sanitária e a Esquadra Lei de Zoneamento.
Fontes;
http://www.spressosp.com.br/2012/06/depois-do-bar-do-binho-sarau-poesia-na-brasa-pode-ter-sede-fechada-por-kassab/
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=JXM-zNhHtak
O Sarau do Binho já não nos pertence mais, é de toda a nação, uma vez que muitos projetos culturais tomaram-no como inspiração, em lugares remotos da cidade; do Estado, haja visto a participação no Circuito Sesc, onde percorreu várias cidades do interior de São Paulo e foi visto por milhares de pessoas; e do país, onde compatriotas de diversos estados enviam mensagens de agradecimento ao ter passado por nossa cidade e podido participar deste encontro tradicional de segunda feira.
Quantas ações já partiram desse coletivo visando buscar o direito à cidadania, como no apoio à diversas organizações que lutam pelo seu direito, à moradia, à educação, à alimentação e à cultura, não podemos nos render e vamos assoprar esta brasa até que a chama volte a aquecer nossos anseios de um país mais justos e sem classes.
Não podemos deixar morrer o Sarau do Binho. É hora de mostrar a força dos coletivos culturais e sociais de São Paulo e do Brasil. Contamos com o apoio de todos.
Outro alvo é o Bar do Carlita, que recebe em seu espaço o Sarau Poesia na Brasa, organizado quinzenalmente na Brasilândia, zona norte de São Paulo.
O bar recebeu uma multa de R$ 3,5 mil da prefeitura, por não ter o alvará de funcionamento. Assim como no caso do Bar do Binho, Carlita, o proprietário, já tentou conseguir uma licença, porém não teve êxito. Vagner Souza, um dos integrantes do coletivo Poesia na Brasa, acredita que há relação entre os dois fatos. “A desculpa da prefeitura é a mesma, o alvará. Eles estão perseguindo quem promove uma cultura de enfrentamento.” Os organizadores e Carlita ainda não conseguiram pagar a dívida, porém temem por novas multas.
(Matéria com Abujamra, programa provocaçãoes)
No último sábado (02), durante o Sarau Poesia na Brasa, Vagner deixou claro que o grupo vai resistir e alertou: “Há, aqui na nessa rua, outro bar que não foi sequer visitado pela fiscalização. Isso é perseguição política, vai saber quantos bares na Vila Madalena não têm alvará.” No dia 13 de junho, às 12h, vai ocorrer um Sarau-Protesto em frente à Prefeitura de São Paulo. Os organizadores pedem que os manifestantes levem uma poesia para declamar e vão pedir a reabertura do bar.
Não é necessário perder muito tempo pesquisando dados para descobrir que em São Paulo, 8 em cada 10 bares e/ou restaurantes, não possuem Alvará de Funcionamento.
Mas por que o Sarau do Binho, ou o da Brasa? O que os torna inimigo desta administração Kassabiana?
Para que ele se torne amigo e tenha tudo, seria necessário aceitar as regras básicas de amizade desta administração. Pagar propina! Fazer politicagem! E o mais importante: "Esqueça essa história de fazer saraus na periferia".
Para derrubar os inimigos há um exército de leis. Primeiro eles vem com a Lei do Psiu e caso não funcione, mandam o esquadrão Lei do Alvará do Funcionamento. Em aquecimento está ainda o Pelotão Vigilancia Sanitária e a Esquadra Lei de Zoneamento.
Fontes;
http://www.spressosp.com.br/2012/06/depois-do-bar-do-binho-sarau-poesia-na-brasa-pode-ter-sede-fechada-por-kassab/
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=JXM-zNhHtak
Arte e Ciência em fotografia .
A Nikon, empresa multinacional do ramo de fotografia, está promovendo uma exposição na Estação Ciência: Nikon - Small World, composta de imagens vencedoras de um concurso internacional promovido anualmente pela empresa.
O concurso ocorre desde 1974 e todos os anos são escolhidas as melhores fotografias, sendo que as doze primeiras colocadas fazem parte de um calendário anual.
A exposição conta com 21 fotos expostas em quadros que têm em média 60 cm X 50 cm e que chamam atenção pela beleza, formas peculiares e explosão de cores.
A união de ciência, tecnologia e arte é um convite mais que chamativo para os fãs dessas áreas e também para o público em geral, já que as imagens fazem com que o visitante descubra um mundo invisível aos olhos.
Um passeio ideal para toda a família aliando entretenimento e arte.
Serviço;
Exposição:
Data: a 5 de junho até 20 de dezembro de 2012.
Local: Estação Ciência (Rua Guaicurus, 1394, Lapa, São Paulo)
Público-alvo: todos os interessados.
Funcionamento: 3º a 6º, das 8h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 9h às 18h.
Ingresso: R$ 4,00 inteira; meia para estudantes e portadores de necessidades especiais; isento para menores de 6 anos e maiores de 60, comunidade USP, professores, primeiro sábado e terceiro domingo do mês.
Mais informações:
info@eciencia.usp.br
A união de ciência, tecnologia e arte é um convite mais que chamativo para os fãs dessas áreas e também para o público em geral, já que as imagens fazem com que o visitante descubra um mundo invisível aos olhos.
Um passeio ideal para toda a família aliando entretenimento e arte.
Serviço;
Exposição:
Data: a 5 de junho até 20 de dezembro de 2012.
Local: Estação Ciência (Rua Guaicurus, 1394, Lapa, São Paulo)
Público-alvo: todos os interessados.
Funcionamento: 3º a 6º, das 8h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 9h às 18h.
Ingresso: R$ 4,00 inteira; meia para estudantes e portadores de necessidades especiais; isento para menores de 6 anos e maiores de 60, comunidade USP, professores, primeiro sábado e terceiro domingo do mês.
Mais informações:
info@eciencia.usp.br
quinta-feira, maio 31, 2012
Na Faixa
Povo lindo, convidamos a todos para apreciarem mais uma edição do Sarau do Hercu, este mês homenageaando o grande cantor e compositor Luiz Gonzaga. Teremos também cinema com o "MUCCA" - Mudança com Conhecimento e Arte, e ainda uma exposição com os quadros do artista Léo Lima Cigano, o Violão mágico do Rodrigo Normando e muita, mas muita poesia.
Fonte;
https://www.facebook.com/junior.melo.509
quarta-feira, maio 23, 2012
Heróis existem, principalmente brasileiros.
Aos 34 anos, Marcelo Yuka estava no auge do sucesso como baterista e líder da banda O Rappa, uma das mais importantes do cenário pop rock dos anos 90. Mas em novembro de 2000 sua vida mudaria radicalmente ao levar 9 tiros num assalto no Rio de Janeiro. O documentário de Daniela Broitman acompanha a transformação do músico desde o incidente, revelando a irreverência e complexidade do Yuka homem, artista e ativista. O espectador compartilha de maneira íntima seus questionamentos em relação ao próprio corpo, mente e espírito, assim como sua nova produção musical e luta por justiça social e paz.
Paz sem voz, não é paz, é medo.
https://www.facebook.com/yukanocaminhodassetas
quinta-feira, maio 17, 2012
É bem de brasileiro.
Pagar R$ 33.000,00, ou seja 74% juros a mais, para ter em casa um transporte que não anda na cidade.. Mas aproveitem, agora com o juros em baixa você poderá economizar uns R$1.500,00...Vida de gado, povo marcado, povo feliz..
segunda-feira, maio 07, 2012
quinta-feira, maio 03, 2012
Programação completa, Virada Cultural 2012
A Prefeitura de São Paulo juntamente com a Secretaria Municipal de Cultura divulgaram, na última sexta-feira, a programação da Virada Cultural 2012. O evento, que está em sua 8ª edição — e último ano da gestão do prefeito Gilberto Kassab —, ocorrerá por 24 horas ininterruptas nos dias 5 e 6 de maio.
Com investimento aproximado de R$ 8 milhões, a Virada reunirá mais de 900 atrações "gratuitas ???" espalhadas em 114 locais, sendo que 50 pontos estarão no centro da capital paulista.
"A cada ano podemos corrigir o que foi identificado no ano anterior. É um evento onde quase quatro milhões de pessoas comparecem e a nossa preocupação, além da qualidade do evento em relação aos artistas, é com relação ao conforto e a segurança das pessoas que participam”, disse Kassab ao lembrar que entre as ações de melhoria está a concentração das atrações para o centro expandido. “Com essa decisão, as pessoas têm a oportunidade de circular por mais eventos sem precisar pegar ônibus, metrô ou carro”. (continuo sem entender, moro a 25km do centro expandido !)
Todas as grandes cidades brasileiras possuem, em maior ou menor grau, um problema em comum. São mais que um, obviamente, mas ficarei aqui com o pecado capital: o abandono de seu centro. Os culpados são muitos, desde o poder público até a especulação imobiliária, passando pela miopia de uma sociedade que não quer ser responsável pelos rumos urbanos.
Copiado de um evento francês, a Virada Cultural, que acontece desde 2005 em São Paulo, tem sido um jeito interessante, mesmo que tímido em meras 24h, de injetar vida no belo, louco e abandonado centro paulistano (o evento também ganhou uma versão carioca e outra pelo interior de São Paulo).
Mas verdade seja dita, assim como a virada esportiva, virada ecológica, a virada cultural com um gasto de R$ 8.000.000,00 (oito milhões de reais),em apenas 24 horas, nada mais é que desvio de dinheiro público.
Não é crítica, é fato. Só fazer a continha básica, 24 horas são 1440 minutos, que é igual a R$ 5.5550,00 (cinco mil quinhentos e cinquenta e cinco reais), gastos por minuto em um dia inteiro por uma "ong que repassa verbas" paga atrações estrangeiras que em turnê pelos Estados Unidos a banda não tinha dinheiro suficiente e muitas vezes chegaram a tocar de graça ou em troca de alguns poucos dólares, e outra que pouca gente sabe, a maioria dos artistas aderem sua participação ao evento sem ônus algum para o organizador por amor a arte (http://www.viradacultural.org/adesao.php).
Quer mais? O que a secretaria de esportes gasta em um dia com a virada esportiva( para você ficar os outros 364 catando coquinho), dava para construir dois parques da juventude como o de São Bernardo do Campo a cada ano. Lá se fomenta não só o esporte, recreação e lazer, como também a cultura.
Mesmo assim sugue a sugestão;
Aproveite, pois não é de graça, é você quem paga mesmo !
Serviço;
Virada Cultural 2012 dias 5 e 6 de maio 2012
Programação completa;
http://www.viradacultural.org/programacao
Fontes;
http://cpcmbm.blogspot.com.br/2011/09/resolve-essa-equacao-esportiva.html
http://www.panoramabrasil.com.br/virada-cultural-2012-tera-investimento-de-r$-8-mi-na-despedida-de-kassab-id84960.html
http://br.noticias.yahoo.com/blogs/blog-ultrapop/um-centro-vivo-e-no-virote-210517290.html
quinta-feira, abril 26, 2012
segunda-feira, abril 16, 2012
Prêmio Cidadão Sustentável
O Prêmio Cidadão Sustentável surge com a proposta reconhecer e valorizar as pessoas que realmente estão ajudando a transformar São Paulo em uma cidade mais justa, democrática, saudável e solidária.
Resultado de uma parceria entre o portal Catraca Livre e a Rede Nossa São Paulo, o Prêmio está sendo lançado neste ano de 2012, às vésperas das eleições municipais, como uma oportunidade para discutir propostas e pensar no futuro da nossa cidade.
Durante o mês de abril, qualquer cidadão que vivem em São Paulo poderá ajudar a construir o Prêmio, indicando os nomes que farão parte da primeira etapa de votações.
Haverá um vencedor para cada categoria:
-Cultura
-Educação
-Intervenções Urbanas
-Inclusão Social
-Meio Ambiente
-Saúde
-Tecnologia e Comunicação
Os primeiros vencedores serão escolhidos pela sociedade, em votação direta, pela internet. Um júri formado por personalidades com histórico de luta por São Paulo fará uma seleção, e haverá um vencedor geral.
Sua indicação é muito importante. Participe, ajude a valorizar os verdadeiros heróis da nossa cidade!
Você pode indicar quantos nomes quiser, para isso preencha o formulário clicando no;
Fontes;
http://catracalivre.folha.uol.com.br/2012/03/premio-cidadao-sustentavel/
quinta-feira, março 29, 2012
Na Faixa / Poética Ótica espetáculo multimídia poesia performance audiovisual
Da união entre integrantes dos coletivos Barulho.Org e Poesia Maloqueirista, nasce a PoéticaÓtica, onde a relação com a grand metrópole, seu caos inerente e arquitetura, dialogam com a influência cultural da miscigenação, o urbano e o popular, texturas, sonoridades, imagens, palavras, corpo. Eletrônico e orgânico na mesma frequência, em harmonia com a intervenção e a performance.
Após a inauguração da Sede da Vila Fundão, espaço dedicado a abrigar projetos e atividades direcionados à comunidade, localizada no Capão Redondo, agora a quebrada recebe o Sarau da Vila Fundão.
Criação Coletiva de: Alessandra Vilhena, Aline Binns, Arthur Boniconte, Berimba de Jesus, Caco Pontes, Flávio Gondim de Castro, Gabriel Santos, Geórgia Martins e Piero Pucci Falgetano.
Serviço;
Sarau Vila Fundão
Rua Glenn, s.n. / Trav. da Av Sabin
Capão Redondo, Zona Sul - SP
* Próximo ao Metrô
29/03 - A partir das 20h
Entrada franca e livre
Duração: 40 Minutos
*Projeto contemplado pelo Edital Primeiras Obras, do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso.
mais em;
http://www.sarauvilafundao.blogspot.com/
sábado, março 24, 2012
Um dos crimes que compensa no Brasil ..

O Ministério Público de São Paulo ofereceu denúncia (acusação formal) contra 14 executivos dos consórcios responsáveis pela ampliação da linha 5-lilás do metrô. A acusação é de que eles formaram cartel para fraudar a licitação da obra.
As suspeitas foram reveladas por reportagem da Folha em 2010, que mostrou que os vencedores da licitação já eram conhecidos seis meses antes da disputa.
A denúncia contra os executivos foi por crimes contra a ordem econômica e a administração pública. O documento foi encaminhado à 12ª Vara Criminal na quarta-feira (21), mas a Justiça ainda não decidiu se vai instaurar processo.
A acusação da Promotoria é de que representantes das maiores empreiteiras do país combinaram os preços que apresentariam ao Metrô para ganhar os lotes da megaobra de R$ 4 bilhões. Cada consórcio escolheu um lote e os outros apresentaram valores maiores para perder a disputa.
Foram denunciados Anuaar Benedito Caram, Flavio Augusto Ometto Frias, Jorge Arnaldo Curi Yazbec Júnior e Eduardo Maghidman, do consórcio Andrade Gutierrez/Camargo Corrêa; Severino Junqueira Reis de Andrade, da Mendes Junior; Adelmo Ernesto Di Gregório, Dante Prati Favero, Mario Pereira e Ricardo Bellon Júnior, do consórcio Heleno & Fonseca/Tiisa; Roberto Scofield Lauar e Domingos Malzoni, do consórcio Carioca/Cetenco; Carlos Armando Guedes Pascoal, do consórcio Odebrecht/OAS/Queiroz Galvão; e Adhemar Rodrigues Alves e Marcelo Scott Franco de Camargo, da CR Almeida/Cosben.
No na passado, após ação da Promotoria, a Justiça chegou a determinar a paralisação das obras da linha 5 e o afastamento do presidente do Metrô, Sergio Avelleda.
Se existe um crime que compensa no Brasil, é formação de cartel para fraudar licitação. Essa é a opinião do promotor Marcelo Batlouni Mendroni, responsável pela denúncia contra 14 executivos ligados a empreiteiras que foram acusados de fraudarem a licitação bilionária para obras de ampliação da linha 5-lilás do metrô de São Paulo.
Segundo o promotor, a pena neste tipo de crime é tão "excessivamente baixa" que o fraudador pode ser condenado (se for pego) ao pagamento de apenas uma multa. Essa é a maioria das penas aplicadas para esse crime.
"O que o empresário pensa? 'Se for pego em uma [fraude], eu tenho que pagar uma multa. Vou pagar essa multa com o dinheiro que já roubei'", disse.
"Isso faz com que pelo menos o crime de cartel compense", afirmou.
O promotor disse ainda que isso é um estímulo para a multiplicação desse tipo de crime. "Essa forma de agir, de cartéis e fraudes em licitações, infelizmente é a regra neste país. A exceção é que não existam fraudes nas licitações."
Mendroni defende uma mudança na lei para que as penas sejam aumentadas, como ocorre em grande parte do mundo. Para ele, esse dinheiro público desviado ajudaria a evitar que muita gente acabe no crime por não ter tido oportunidades.
"Gente desse tipo não precisa de ressocialização, porque já estão integrados à sociedade. Eles precisam é de punição. Quem precisa de ressocialização são os pobres que cometem os crimes de bagatela pelas ruas do país", disse.
Mais roubalheira com o advindo esportivo 2014 e 2016
Às vésperas de o poder público intensificar a liberação de um total estimado em R$ 24 bilhões para obras relacionadas à Copa do Mundo de 2014, um relatório da Polícia Federal conseguiu demonstrar, finalmente, como empreiteiras conseguem se locupletar com montantes consideráveis de dinheiro oficial, que poderiam ser canalizados para áreas carentes de verbas oficiais. O aspecto mais grave e mais preocupante é que o esquema de enriquecimento é montado de forma a parecer legal perante os órgãos de fiscalização, dificultando tanto a comprovação das fraudes quanto uma eventual punição dos responsáveis.
Fonte;
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1066708-esse-crime-compensa-diz-promotor-sobre-fraude-em-licitacao-do-metro.shtml
quinta-feira, março 22, 2012
Na Faixa / cinema na laje apresenta:
CINEMA NA LAJE ESTÁ DE VOLTA NESTA SEGUNDA-FEIRA
"ANGELI 24HS"
Um documentário de Beth Formaggini
Sinopse:
Documentário sobre o cartunista Angeli e as transformações em sua obra. O filme é centrado na sua obsessão pelo trabalho e na crise entre ser um artista da cultura pop, produzindo diariamente novas charges e tirinhas para várias mídias, e ao mesmo tempo exigir de si mesmo radicalidade e capacidade de se renovar, sempre botando o dedo na ferida.
Arnaldo Angeli Filho, mais conhecido com Angeli, começou a trabalhar aos catorze anos na revista Senhor, além de colaborar em fanzines. Em 1973 foi contratado pelo jornal Folha de São Paulo, onde continua até hoje. Desde os anos 80, Angeli vêm desenvolvendo uma galeria de personagens famosos por seu humor anárquico e urbano. Ele próprio também se tornou um personagem, estrelando de início as tiras "Angeli em crise". Outra versão caricata sua é o personagem Angel Villa de Los Três Amigos.
Lançou pela Circo Editorial em 1983 a revista "Chiclete com Banana", um sucesso editorial (de uma tiragem inicial de 20,000 exemplares chegou a atingir 110,000, altamente influente e que contava com a colaboração de nomes como Luiz Gê, Glauco, Roberto Paiva, Glauco Mattoso e Laerte Coutinho. A Chiclete com Banana é considerada até hoje como uma das mais importantes publicações de quadrinhos adultos já editadas no Brasil.
Angeli já teve suas tiras publicadas na Alemanha, França, Itália, Espanha e Argentina, mas foi no mercado de Portugal que obteve mais destaque, tendo uma compilação de seu trabalho lançada pela editora Devir em 2000, ano em que também viu a estréia de uma série de animação com seus personagens numa co-produção da TV Cultura com a produtora portuguesa Animanostra.
Trabalhou na Rede Globo, como redator do programa infantil TV Colosso (1993-1996). Na mesma rede, entre 1995 a 2005, fez desenhos de 5 segundos, quando dava intervalos dos filmes da emissora.
Do início de sua carreira até hoje, muitos anos se passaram, mas sua arte está cada vez mais atual.
Serviço;
Cinema na laje é um espaço criado pela COOPERIFA e que acontece quinzenalmente às segundas-feiras para exibições de documentários e filmes alternativos de todas as partes do Brasil e do mundo, exibidos gratuitamente para a comunidade.
Também criado principalmente para dar luz ao cinema produzido pelos jovens da região, e levar cidadania através da sétima arte.
As exibições ficam por conta da Paco´s Vídeo.
O cinema Paradiso da periferia também conta com um lanterninha vestido a caráter para dar um charme especial no projeto..
A Entrada é franca. A Pipoca é grátis. E a lua sincera.
CINEMA NA LAJE
*Na abertura do Cinema na laje teremos o Lançamento do vídeo-poema "DEUSAS DO COTIDIANO" de Marina Vergueiro e Marianne Schaeffer baseado na poesia de
Sergio Vaz
Após o filme bate-papo com a diretora
Bar do Zé Batidão
Rua Bartolomeu dos Santos, 797 Jd. Guarujá
Periferia - SP
Inf. 93428687
"ANGELI 24HS"
Um documentário de Beth Formaggini
Sinopse:
Documentário sobre o cartunista Angeli e as transformações em sua obra. O filme é centrado na sua obsessão pelo trabalho e na crise entre ser um artista da cultura pop, produzindo diariamente novas charges e tirinhas para várias mídias, e ao mesmo tempo exigir de si mesmo radicalidade e capacidade de se renovar, sempre botando o dedo na ferida.
Arnaldo Angeli Filho, mais conhecido com Angeli, começou a trabalhar aos catorze anos na revista Senhor, além de colaborar em fanzines. Em 1973 foi contratado pelo jornal Folha de São Paulo, onde continua até hoje. Desde os anos 80, Angeli vêm desenvolvendo uma galeria de personagens famosos por seu humor anárquico e urbano. Ele próprio também se tornou um personagem, estrelando de início as tiras "Angeli em crise". Outra versão caricata sua é o personagem Angel Villa de Los Três Amigos.
Lançou pela Circo Editorial em 1983 a revista "Chiclete com Banana", um sucesso editorial (de uma tiragem inicial de 20,000 exemplares chegou a atingir 110,000, altamente influente e que contava com a colaboração de nomes como Luiz Gê, Glauco, Roberto Paiva, Glauco Mattoso e Laerte Coutinho. A Chiclete com Banana é considerada até hoje como uma das mais importantes publicações de quadrinhos adultos já editadas no Brasil.
Angeli já teve suas tiras publicadas na Alemanha, França, Itália, Espanha e Argentina, mas foi no mercado de Portugal que obteve mais destaque, tendo uma compilação de seu trabalho lançada pela editora Devir em 2000, ano em que também viu a estréia de uma série de animação com seus personagens numa co-produção da TV Cultura com a produtora portuguesa Animanostra.
Trabalhou na Rede Globo, como redator do programa infantil TV Colosso (1993-1996). Na mesma rede, entre 1995 a 2005, fez desenhos de 5 segundos, quando dava intervalos dos filmes da emissora.
Do início de sua carreira até hoje, muitos anos se passaram, mas sua arte está cada vez mais atual.
Serviço;
Cinema na laje é um espaço criado pela COOPERIFA e que acontece quinzenalmente às segundas-feiras para exibições de documentários e filmes alternativos de todas as partes do Brasil e do mundo, exibidos gratuitamente para a comunidade.
Também criado principalmente para dar luz ao cinema produzido pelos jovens da região, e levar cidadania através da sétima arte.
As exibições ficam por conta da Paco´s Vídeo.
O cinema Paradiso da periferia também conta com um lanterninha vestido a caráter para dar um charme especial no projeto..
A Entrada é franca. A Pipoca é grátis. E a lua sincera.
CINEMA NA LAJE
*Na abertura do Cinema na laje teremos o Lançamento do vídeo-poema "DEUSAS DO COTIDIANO" de Marina Vergueiro e Marianne Schaeffer baseado na poesia de
Sergio Vaz
Após o filme bate-papo com a diretora
Bar do Zé Batidão
Rua Bartolomeu dos Santos, 797 Jd. Guarujá
Periferia - SP
Inf. 93428687
segunda-feira, março 19, 2012
ECAD, formação de quadrilha e apropriação indébita.
Direito autoral, direitos autorais ou direitos de autor são as denominações utilizadas em referência ao rol de direitos aos autores de suas obras intelectuais que pode ser literárias, artísticas ou científicas.
No fim de abril, a CPI do Senado que investiga a atuação do Escritório Central de Direitos Autorais (Ecad) concluirá seus trabalhos, com acusações pesadas contra o órgão privado responsável por arrecadar recursos que deveriam ser repassados aos artistas.
Além disso, os senadores vão sugerir a criação de um ente público com autonomia para fiscalizar e punir o Ecad, que atualmente dispõe de ampla soberania para agir. Entre os fatos encontrados pela CPI estão excessos cometidos por fiscais – que chegaram a interromper casamentos para cobrar as taxas –, a não distribuição de cerca de R$ 90 milhões aos compositores em 2010 e o pagamento de pró-labores milionários para seus diretores.
Livre para decidir preços cobrados para cada execução e os percentuais repassados aos compositores, a diretoria do Ecad passou os últimos anos nadando num mar de impunidade e independência, diz a CPI. “Foi uma brecha aberta pelo País e que propiciou a formação dessa caixa-preta que é o Escritório Central. O ECAD é um órgão fiscalizador, que não conta com nenhum órgão que o fiscalize”.
O preço da liberdade do Ecad foi pago pelos artistas, como ficou demonstrado no processo movido no Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade), no qual o órgão já foi condenado em primeira instância.
As associações que compõem o órgão de arrecadação estariam combinando os preços cobrados para a execução das obras musicais e de fonogramas, o que configura formação de cartel. Além disso, pesa contra o Ecad a acusação de descumprimento da lei segundo a qual o órgão não teria finalidade de obtenção de lucro. Contrariando a lei, em 2010, o Ecad arrecadou R$ 430 milhões e distribuiu apenas R$ 340 milhões.
A entidade foi condenada também pela Justiça do Rio de Janeiro a indenizar um casal por cobrar deles 1.875 reais pela execução de músicas em sua festa de casamento.
Os documentos da CPI mostram também, que a diretoria do Ecad utiliza créditos retidos arrecadados de autores desconhecidos. Em tese, o dinheiro deveria ficar numa conta separada à espera da manifestação dos respectivos artistas. As conclusões dos trabalhos da CPI certamente vão exigir mudanças profundas no atual modelo de arrecadação de direitos autorais. O fim da CPI do Senado marcará o início de uma ofensiva a um órgão privado que abusa de suas prerrogativas e faz o que bem entende com o dinheiro que deveria chegar às mãos dos artistas do País.
Outra polêmica que envolveu o órgão, foi a cobrança de direitos autorais a blogs que publicarem conteúdos de sites de compartilhamento de vídeos como You tube e Vimeo, o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD) divulgou um comunicado em seu site oficial, afirmando que "nunca teve a intenção de cercear a liberdade na internet, reconhecidamente um espaço voltado à informação".
O tal fato isolado ocorreu no último dia 5 de março, quando o ECAD notificou o blog Caligraffiti a pagar uma taxa de R$ 352,59 mensais por retransmitir vídeos do YouTube e Vimeo. A notícia repercutiu negativamente nas redes sociais e gerou uma grande polêmica, principalmente quando o Google afirmou estranhar o fato, afinal já paga ao ECAD pelos conteúdos postados no You Tube .
Como dia Falcão (O Rappa), patifaria todos os dias..
Fonte;
http://camaraempauta.com.br/portal/pesquisa/lista/?termo=ecad
Do Brasil, para o mundo.
Os Gêmeos.
Destas duas mentes transbordam todas as cores e sabores da imaginação. Lá tudo é possível e qualquer sonho se torna realidade. A inspiração para tantos desenhos e fábulas mágicas vem da forma com que a dupla Gustavo e Otávio Pandolfo, conhecidos como OSGEMEOS,refletem em seu interior a realidade e a fantasia que lhes rodeiam. Cada pequeno detalhe, porque são através deles que suas obras assumem esta forma já tão reconhecível, são componentes importantes na criação do mundo fantástico, cheio de histórias cotidianas em forma de poesia. O mundo encantado em que vivem todos os seus personagens e que funciona como a janela da alma única dos irmãos gêmeos é repleto de uma mistura harmoniosa entre realismo e ficção. Suas histórias dançam entre dois importantes pilares. O olhar sonhador que possibilita a materialização de um mundo cheio de fantasias e suas críticas incisivas sobre as dificuldades enfrentadas por tantos cidadãos espalhados pelo mundo,vitimas de um modelo socioeconômico que se encontra em grande transformação. Dessa união nascem obras que invocam um universo lírico e criações que mesclam ambas projeções, como se os próprios personagens mágicos criticassem com olhos inocentes toda a discrepância que existe nesta sociedade.
Foi quando ainda viviam no mundo da fantasia ingênua e infantil, que tudo começou. Desde pequenos a maneira de brincar e construir os cenários onde seus personagens habitavam era minuciosa. Desmontado as peças originais de presentes que ganhavam, os irmãos refaziam com toda a delicadeza um outro universo. Com três anos de idade os lápis de cor e a imaginação já estavam presentes nos jogos e em todos os papeis espalhados pela casa. Desenhavam na mesma folha de papel e quando não, escolhiam os mesmo temas para ilustrar. O incentivo para mergulhar no mundo criativo que existia dentro deles sempre esteve presente na família, composta de outros artistas, como o irmão mais velho Arnaldo e a mãe Margarida. Também foram o pai e os avós que trouxeram a tona uma forma de apresentar ao mundo real toda a ânsia criativa que lhes transbordava.
O graffiti entrou na vida dos irmãos em 1986, quando ainda viviam na região central de São Paulo onde passaram sua infância e adolescência. A cultura hip hop chegava ao Brasil e os jovens do bairro começaram a colorir suas idéias nos muros da cidade. Naquela época, com apenas 12 anos, tudo era novidade e sem ter de onde tirar suas referencias, Gustavo e Otavio improvisavam e inventavam sua própria linguagem, pintando com tintas de carro, látex, spray e usando bicos de desodorante e perfume para moldar seus traços; já que ainda não existiam acessórios e produtos próprios para a prática. O que a cidade proporcionou a eles foi essencial para o desenvolvimento de todas as habilidades que se transformaram depois no estilo próprio e imediatamente reconhecível dos artistas. Uma infância criativa, que rendeu duas vidas ao mundo da arte contemporânea.
O graffiti atuou sempre como uma válvula de scape para a dupla. Uma maneira que encontraram de criar um mundo onde só se pode penetrar através de suas mentes e onde tudo funciona pela lógica própria de Tritrez, o universo habitado pelos personagens amarelos, onde brilha e reina a sintonia entre todos os seus elementos. Cada parte e cada detalhe esta mergulhada na magia que envolve a imaginação dos irmãos.
Novos ventos começaram a sobrar em 1993 com a visita ao Brasil do artista plástico e grafiteiro Barry Mgee (Twist), de São Francisco. Mgee que chegou em São Paulo para realizar uma exposição de arte contemporânea mostrou aos irmãos a possibilidade de viver fazendo o que se gosta. Nesta época por diversão Gustavo e Otavio, que acabavam de completar 19 anos, já haviam começado a desenvolver um estilo próprio e a fazer trabalhos publicitários e decoração em lojas e escritórios com seus graffitis. Começavam desta forma a viver única e exclusivamente deste maravilhoso dom que ocupava quase 100% de seus seres.
A pintura feita nas ruas e as criações feitas para obras e instalações em galerias partem do mesmo mundo onírico que existe dentro da mente da dupla, mas tomam rumos distintos. A primeira é o próprio dialogo dos artistas com as ruas, com cada pessoa que passa e de forma direta ou indireta interage com a pintura, isso é o graffiti. A segunda é a materialização de sonhos, ideais, criticas sociais e políticas que retratam o universo vivido dentro em contraste com que se apresenta fora no dia-a-dia dos próprios irmãos. No momento em que todas estas idéias entram dentro de uma galeria elas deixam de pertencer ao graffiti e passam a fazer parte do mundo que envolve a arte contemporânea.
A imaginação são as asas que osgemeos utilizam para ir aos mais divertidos e ilusórios lugares que habitam suas mentes. É a porta aberta e o convite para mergulhar no humor e nas delicias de poder criar um mundo da nossa própria maneira e com todas as cores e fantasias que se possa imaginar.
http://osgemeos.com.br/
segunda-feira, fevereiro 27, 2012
Biblioteca Digital. Algo de estremo valor, e de livre acesso.
Esta fotografia do México mostra um figura imponente do dançarino Oaxacan numa fantasia elaborada, que apresenta desenhos detalhados, intricados de penas e cordões no adereço de cabeça, placa de peito, e escudo.

A fotografia é da coleção da Biblioteca Comemorativa de Colombo da Organização dos Estados Americanos (OEA), que inclui 45,000 fotografias ilustrativas da vida e da cultura nas Américas. Muitas das fotografias foram tiradas por importantes fotógrafos em missões aos países membros da OEA. A OEA foi fundada em Abril de 1948 por 21 nações do hemisfério ocidental, que adotaram um estatuto reafirmando seu compromisso com objetivos comuns e o respeito pela soberania de cada um.
Fonte;
http://www.wdl.org/pt/

A fotografia é da coleção da Biblioteca Comemorativa de Colombo da Organização dos Estados Americanos (OEA), que inclui 45,000 fotografias ilustrativas da vida e da cultura nas Américas. Muitas das fotografias foram tiradas por importantes fotógrafos em missões aos países membros da OEA. A OEA foi fundada em Abril de 1948 por 21 nações do hemisfério ocidental, que adotaram um estatuto reafirmando seu compromisso com objetivos comuns e o respeito pela soberania de cada um.
Fonte;
http://www.wdl.org/pt/
71 Hours to Monday - The Global Edition
Editais Prêmio Economia Criativa

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Economia Criativa (em estruturação) publicou dois editais do Prêmio Economia Criativa no dia 30 de dezembro de 2011, no Diário oficial da União (Seção 3 página de 29 a 31) e as inscrições vão de 13 de fevereiro a 30 de março.
O Edital de Fomento a Iniciativas Empreendedoras e Inovadoras irá identificar, reconhecer, fomentar e difundir as iniciativas empreendedoras e inovadoras da sociedade civil atuantes nos setores criativos. Serão premiadas 150 iniciativas selecionadas nas seguintes categorias: Novos Modelos de Gestão de Empreendimentos e Negócios Criativos e Formação para Competências Criativas. A premiação será de R$ 3,6 milhões.
Já o Edital de Apoio à Pesquisa em Economia Criativa selecionará estudos e pesquisas acerca de temas da economia criativa nos contextos macroeconômico e legal-institucional brasileiros. Serão agraciadas 22 pesquisas. O apoio destina-se a pesquisadores da área acadêmica com atuação na área da pesquisa. A premiação será de R$ 810 mil reais divididos em três categorias: Teses – Doutorado; Dissertações – Mestrado e Produção em grupo.
As inscrições serão realizadas até as 23h59 do dia 30 de março de 2012, pelos seguintes meios:
a) Pela internet, pelo SalicWeb
b) Pelos Correios, obrigatoriamente por meio de correspondência registrada e
prioritariamente por SEDEX, fazendo constar no campo “Destinatário” o endereço:
PRÊMIO ECONOMIA CRIATIVA
EDITAL DE APOIO À ESTUDOS E PESQUISAS EM ECONOMIA CRIATIVA
INSCRIÇÃO / (nome da Categoria)
Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural – SID
SCS, Quadra 9, Lote “C”,
Edifício Parque Cidade Corporate , Torre B , 11º andar
Brasília DF – CEP 70.308-200
Não serão consideradas inscrições eletrônicas ou postadas nos Correios após a
data/horário limite, sendo que no caso da postagem nos Correios
valerá data e horário registrados no comprovante oferecido pela Empresa.
O proponente deverá realizar sua inscrição pelos Correios, somente no caso da
impossibilidade de realizá-la por meio eletrônico, via internet.
Acesse a cartilha explicativa dos editais
http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2012/02/cartilha-pr%C3%AAmio-economia-criativa.pdf
Fonte;
http://www.cultura.gov.br/site/2012/02/14/editais-premio-economia-criativa/
Na Faixa / Poética Ótica

Espetáculo multimídia poesia performance audiovisual
Criação Coletiva de: Alessandra Vilhena, Aline Binns, Arthur Boniconte, Berimba de Jesus, Caco Pontes, Flávio Gondim de Castro, Gabriel Santos, Geórgia Martins e Piero Pucci Falgetano. (*Integrantes dos coletivos Barulho.org & Poesia Maloqueirista).
Sarau do Binho
Rua Dr. Avelino Lemos Jr, 60
Travessa Estrada do Campo Limpo
Zona Sul - São Paulo - SP
27/02 - 21h
Entrada franca e livre
Duração: 35 Minutos
*Este projeto foi contemplado pelo edital Primeira Obras, do CCJ (Centro Cultural da Juventude).
Apoio: Espaço Serralheria
Fonte;
http://poesiamaloqueirista.blogspot.com
http://www.barulho.org/
quarta-feira, fevereiro 15, 2012
SP inaugura Fábrica de Cultura na zona sul da capital
Unidade do Jardim São Luís é a primeira na região sul e a quarta da cidade a entrar em funcionamento
Neste sábado, 11 de fevereiro de 2012, mais uma unidade do programa Fábricas de Cultura foi inaugurado em são Paulo, desta vez no bairro de Jardim São Luís, na zona Sul da capital. Com 7,4 mil m² de área construída, o prédio oferece estrutura e equipamentos para que a comunidade da região - em especial, crianças e jovens - tenha espaço tanto para aprender linguagens artísticas diversas quanto para mostrar o que é produzido localmente.
"A Fábrica de Cultura traz entretenimento, aulas de teatro, cinema, circo, dança, música, literatura, instrumentos musicais. Aberta às crianças, aos jovens, à terceira idade, às famílias. Um dos melhores programas de inclusão social e de trabalho com as crianças através da cultura que chega no extremo sul da cidade.

A Fábrica de Jardim São Luís é composta por dois prédios integrados, construídos com investimento total de R$ 13,1 milhões. No principal, existem as salas de aula, biblioteca com 140 m², uma sala de múltiplo uso, além da ala administrativa. No outro prédio, está instalado o teatro com 266 lugares que será usado para ensaios e apresentações das turmas da própria Fábrica, grupos e bandas da comunidade e convidados.
O programa funciona com dois eixos principais, um pedagógico e outro de difusão. No eixo pedagógico, a Fábrica oferece ateliês de iniciação artística em várias linguagens: música, teatro, dança, multimeios, circo, artes visuais e literatura, cada uma com várias vertentes. Os ateliês de música, por exemplo, são subdivididos em percussão, metais, sopros, cordas, canto coral; em dança, haverá capoeira, contemporânea e afro-brasileiras; e assim por diante.
"O projeto Fábricas de Cultura é revolucionário pelo equipamento público oferecido à juventude. Não é um centro cultural apenas para apresentações de espetáculos; ele é também uma escola de arte que dá aos jovens oportunidades de crescimento e desenvolvimento pessoal longe das drogas e da violência, além de movimentar parte da economia da região. Quarenta e nove empregos fixos foram criados na unidade de Jardim São Luís, muitos ocupados por moradores do bairro. Todas as atividades oferecidas pelas Fábricas de Cultura são gratuitas.
As aulas acontecerão de terça a sexta-feira, em turmas com até 25 alunos com idades entre 8 e 19 anos. Cada aluno terá duas aulas por semana, sempre no contraturno escolar. No primeiro semestre de funcionamento da Fábrica, para possibilitar uma experiência variada aos aprendizes, eles poderão escolher duas modalidades diferentes. Todo o material necessário para as atividades é oferecido pela Fábrica, desde os instrumentos musicais aos equipamentos eletrônicos de vídeo e foto.

No eixo de difusão, a Fábrica funciona como um centro cultural, oferecendo shows, apresentações e outras atividades livres. A ideia é que este espaço - chamado Fábrica Aberta - seja ocupado principalmente por artistas e grupos da comunidade, numa forma de reconhecer e valorizar a cultura produzida no próprio bairro, além de aprofundar a integração entre o projeto e o entorno.
As aulas dos ateliês regulares terão início no dia 28 de fevereiro, com total de aproximadamente 1.000 vagas. Até lá, o público poderá degustar as atividades oferecidas no Conheça a Fábrica. Os interessados poderão participar de duas aulas experimentais em que serão apresentadas as várias modalidades disponíveis nos ateliês regulares. A ideia é ajudar os futuros aprendizes a escolher, com base em experiência prática, qual ateliê vão frequentar ao longo do semestre. O Conheça a Fábrica ocorrerá até 17 de fevereiro.
No dia 23, após o Carnaval, serão abertas as inscrições para os ateliês regulares. As vagas serão preenchidas por ordem de chegada.
A Fábrica de Cultura de Jardim São Luís será gerida pela Poiesis, uma das organizações sociais qualificadas para administrar instituições e programas culturais do Estado em convênio com a Secretaria.
Serviço
Fábrica de Cultura de Jardim São Luís
Rua Antônio Ramos Rosa, 37. Jardim São Luís, zona sul de São Paulo
Fone: 5812-9899
Funcionamento: De terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h
Sábados e domingos das 12h às 17h.
Fechada às segundas-feiras.
Conheça a Fábrica:
Aulas de degustação das atividades oferecidas. Até 17 de fevereiro.
Inscrições para os ateliês regulares:
A partir de 23 de fevereiro, podem ser feitas no próprio local, basta levar documento de identidade ou certidão de nascimento do futuro aprendiz, além de comprovante de residência.
Mantido pela Secretaria de Estado da Cultura, o programa Fábricas de Cultura é totalmente gratuito para a população. As vagas serão preenchidas por ordem de chegada.
Fonte
http://saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=217691
Neste sábado, 11 de fevereiro de 2012, mais uma unidade do programa Fábricas de Cultura foi inaugurado em são Paulo, desta vez no bairro de Jardim São Luís, na zona Sul da capital. Com 7,4 mil m² de área construída, o prédio oferece estrutura e equipamentos para que a comunidade da região - em especial, crianças e jovens - tenha espaço tanto para aprender linguagens artísticas diversas quanto para mostrar o que é produzido localmente.
"A Fábrica de Cultura traz entretenimento, aulas de teatro, cinema, circo, dança, música, literatura, instrumentos musicais. Aberta às crianças, aos jovens, à terceira idade, às famílias. Um dos melhores programas de inclusão social e de trabalho com as crianças através da cultura que chega no extremo sul da cidade.

A Fábrica de Jardim São Luís é composta por dois prédios integrados, construídos com investimento total de R$ 13,1 milhões. No principal, existem as salas de aula, biblioteca com 140 m², uma sala de múltiplo uso, além da ala administrativa. No outro prédio, está instalado o teatro com 266 lugares que será usado para ensaios e apresentações das turmas da própria Fábrica, grupos e bandas da comunidade e convidados.
O programa funciona com dois eixos principais, um pedagógico e outro de difusão. No eixo pedagógico, a Fábrica oferece ateliês de iniciação artística em várias linguagens: música, teatro, dança, multimeios, circo, artes visuais e literatura, cada uma com várias vertentes. Os ateliês de música, por exemplo, são subdivididos em percussão, metais, sopros, cordas, canto coral; em dança, haverá capoeira, contemporânea e afro-brasileiras; e assim por diante.
"O projeto Fábricas de Cultura é revolucionário pelo equipamento público oferecido à juventude. Não é um centro cultural apenas para apresentações de espetáculos; ele é também uma escola de arte que dá aos jovens oportunidades de crescimento e desenvolvimento pessoal longe das drogas e da violência, além de movimentar parte da economia da região. Quarenta e nove empregos fixos foram criados na unidade de Jardim São Luís, muitos ocupados por moradores do bairro. Todas as atividades oferecidas pelas Fábricas de Cultura são gratuitas.
As aulas acontecerão de terça a sexta-feira, em turmas com até 25 alunos com idades entre 8 e 19 anos. Cada aluno terá duas aulas por semana, sempre no contraturno escolar. No primeiro semestre de funcionamento da Fábrica, para possibilitar uma experiência variada aos aprendizes, eles poderão escolher duas modalidades diferentes. Todo o material necessário para as atividades é oferecido pela Fábrica, desde os instrumentos musicais aos equipamentos eletrônicos de vídeo e foto.

No eixo de difusão, a Fábrica funciona como um centro cultural, oferecendo shows, apresentações e outras atividades livres. A ideia é que este espaço - chamado Fábrica Aberta - seja ocupado principalmente por artistas e grupos da comunidade, numa forma de reconhecer e valorizar a cultura produzida no próprio bairro, além de aprofundar a integração entre o projeto e o entorno.
As aulas dos ateliês regulares terão início no dia 28 de fevereiro, com total de aproximadamente 1.000 vagas. Até lá, o público poderá degustar as atividades oferecidas no Conheça a Fábrica. Os interessados poderão participar de duas aulas experimentais em que serão apresentadas as várias modalidades disponíveis nos ateliês regulares. A ideia é ajudar os futuros aprendizes a escolher, com base em experiência prática, qual ateliê vão frequentar ao longo do semestre. O Conheça a Fábrica ocorrerá até 17 de fevereiro.
No dia 23, após o Carnaval, serão abertas as inscrições para os ateliês regulares. As vagas serão preenchidas por ordem de chegada.
A Fábrica de Cultura de Jardim São Luís será gerida pela Poiesis, uma das organizações sociais qualificadas para administrar instituições e programas culturais do Estado em convênio com a Secretaria.
Serviço
Fábrica de Cultura de Jardim São Luís
Rua Antônio Ramos Rosa, 37. Jardim São Luís, zona sul de São Paulo
Fone: 5812-9899
Funcionamento: De terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h
Sábados e domingos das 12h às 17h.
Fechada às segundas-feiras.
Conheça a Fábrica:
Aulas de degustação das atividades oferecidas. Até 17 de fevereiro.
Inscrições para os ateliês regulares:
A partir de 23 de fevereiro, podem ser feitas no próprio local, basta levar documento de identidade ou certidão de nascimento do futuro aprendiz, além de comprovante de residência.
Mantido pela Secretaria de Estado da Cultura, o programa Fábricas de Cultura é totalmente gratuito para a população. As vagas serão preenchidas por ordem de chegada.
Fonte
http://saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=217691
quarta-feira, fevereiro 08, 2012
Uma mensagem antiga, cada vez mais atual.
O primeiro filme falado de Chaplin, O Grande Ditador (1940), foi um ato de rebeldia contra o ditador alemão Adolf Hitler e o nazismo, e foi lançado nos Estados Unidos um ano antes do país abandonar sua política de neutralidade e entrar na Segunda Guerra Mundial. Chaplin interpretou o papel de Adenoid Hynkel, ditador da "Tomânia", claramente baseado em Hitler e, atuando em um papel duplo, também interpretou um barbeiro judeu perseguido frequentemente por nazistas, o qual é fisicamente semelhante a'O Vagabundo. O filme também contou com a participação do comediante Jack Oakie no papel de Benzino Napaloni, ditador da "Bactéria", uma sátira do ditador italiano Benito Mussolini e do fascismo; e de Paulette Goddard, no papel de uma mulher no gueto. O filme foi visto como um ato de coragem no ambiente político da época, tanto pela sua ridicularização do nazismo quanto pela representação de personagens judeus ostensivos e de sua perseguição.
Trecho do filme "O grande ditador" (The great dictator), 1940 de Charles Chaplin com legendas em português.
Trecho do filme "O grande ditador" (The great dictator), 1940 de Charles Chaplin com legendas em português.
segunda-feira, janeiro 30, 2012
Esqueça jurisdição ou competência legislativa na internet. Leis que tramitam nos Estados Unidos, pode alterar completamente a vida dos usuários.

Especula-se sobre o chamado "apagão digital" onde algumas das maiores empresas de tencologia, usadas por milhões de pessoas, planejariam um "boicote a web", em protesto contra a legislação. Além do Facebook, Google, Wikipedia, Fundação Mozilla, Huffington Post, Wordpress.org, entre outros, publicaram mensagens de reprovação ao Sopa e ao Pipa.
Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook, incentivou, seus concidadãos a entrar em contato com representantes e se manifestar contra os projetos de lei antipirataria Sopa (Stop Online Piracy Act) e Pipa (Protect IP Act). Ambos estão em discussão no Congresso dos Estados Unidos e afetarão todos os países que se utilizam de serviços ou redes sociais criadas nos Estados Unidos.
Em post em seu perfil no próprio Facebook, Zuckerberg argumentou: A internet é a ferramenta mais poderosa que temos para a criação de um mundo mais aberto e conectado. Não podemos deixar que leis mal concebidas fiquem no caminho do desenvolvimento da internet. Facebook opõe-se a SOPA e PIPA, e vamos continuar a se opor a qualquer legislação que prejudique a internet.
O mundo precisa hoje de dirigentes políticos que são pro-internet. Temos trabalhado com muitos destas pessoas durante meses em busca de melhores alternativas para as propostas atuais. Convido você a aprender mais sobre estas questões e a dizer a seus congressistas que você quer que eles se posicionem a favor da internet.
Que a SOPA ((Stop Online Piracy Act),projeto de lei antipirataria norte-americano é repugnante, merecedora de toda a discussão midiática e mais soa uma daquelas cartas expedidas pelo ‘Rei’ das bandas do império não resta a menor dúvida. De autoria do congressista Lamar S. Smith, a lei Sopa, um controverso projeto de lei que é contra a violação de direitos autorais e outras actividades ilegais na Internet, foi pelo próprio site de Smith infringido. A revista Forbes o descreveu como "hipócrita".

Não por acaso, o congressista Lamar S. Smith integra as comissões;
-Comissão de Segurança Interna
-Comissão do Poder Judiciário (presidente)
-Comissão de Ciência, Espaço e Tecnologia
Não só o texto inibidor da lei mas a forma como os protestos estão sendo coordenados são merecedores de algumas considerações. O que mais tenho ouvido é: "Isso não é problema nosso, os Estados Unidos nunca nos apoiaram na militância cibernética para aprovar projetos tão importantes para o Brasil, como Lei de Proteção de Dados Pessoais e Marco Civil, tampouco para combater aberrações como o PL de Crimes de Informática. Nem um tweet. Por que deveríamos ajuda-los?"
Marco Regulatório no Brasil
Desde 2009, diversas pessoas de vários segmentos no Brasil estavam se reunindo para debater a lei que determinaria os direitos e deveres dos internautas brasileiros. O Ministério da Justiça junto com a Fundação Getulio Vargas lançaram um projeto colaborativo que visava criar uma lei para regulamentação da internet no Brasil, o Marco Regulatório Civil da Internet. A lei teria o intuito de regulamentar questões como, por exemplo, o armazenamento de informações pessoais pelos provedores ou mesmo o acesso universal à banda larga. Porém com a aprovação do Sopa (Stop Online Piracy Act), e Pipa (Protect IP Act), a lei brasileira seria somente uma sombra sobre a lei norte americana.
Primeiro, parece óbvio mas a venda insiste em não sair dos olhos. Quantos serviços hoje utilizados por brasileiros são oferecidos por empresas americanas? Sim, não precisamos nem citar, de hospedagem a microblogs. Onde estão hospedados os maiores repositórios de informação do planeta? Estamos tecnologicamente vinculados, e sem escolha.
Segundo, temos uma espécie de "vigência indireta" das leis americanas no Brasil. Isso mesmo, processe o Google e veja quais leis ele usa em sua defesa, além de citar legislação nacional? Experimente lidar judicialmente com qualquer gigante de TI com filial no Brasil, e prepare-se para ser forçado a conhecer o direito comparado. A influencia é tremenda. A argumentação é a mesma: "Como estamos sob a égide das leis americanas, devemos respeitá-la, ainda que usuários sejam do Brasil".
E no Brasil, o que tiraríamos do ar? Um site de leilões ou de compras coletivas? Pensando bem, não temos armamento digital algum. Somos um dos maiores consumidores de serviços digitais dos norte-americanos.
Que a era da maturidade política digital venha para ficar, mas que tenhamos o mesmo vigor e mobilização que temos para defender as causas globais, também para defender as nossas questões nacionais.
Fontes;
http://jus.com.br/revista/texto/20945/sopa-o-que-tem-de-mais
http://exame.abril.com.br/tecnologia/facebook/noticias/mark-zuckerberg-publica-mensagem-contra-sopa
http://www.top30.com.br/news/marco-regulatorio-civil-da-internet
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lamar_S._Smith
sexta-feira, janeiro 27, 2012
Prêmio Governador do Estado para a Cultura premia duas categorias diferentes: Júri e Voto Popular.

A cerimônia de premiação, foi realizada no dia 24 de janeiro de 2012.
Os cineastas Marco Dutra e Juliana Rojas, de "Trabalhar Cansa", arrancaram aplausos de um lado e sorrisos amarelos de outro no Palácio dos Bandeirantes.
Eles foram reconhecidos como destaque cinematográfico em 2011 pelo júri do Prêmio Governador do Estado, na noite desta terça-feira (24).
A poucos passos do secretário Andrea Matarazzo (Cultura), um dos pré-candidatos do PSDB à Prefeitura de São Paulo, a dupla começou polida. "A gente precisa disso para continuar trabalhando", agradeceu Dutra, segurando o prêmio --um cheque de R$ 60 mil.
Em seguida, o cineasta disse que ele e a parceira não conseguem "ser frios" à realidade em volta. E, por isso, precisavam se manifestar sobre algo. Foi a deixa para que Rojas lesse uma "moção de repúdio" à reintegração de posse da área no Pinheirinho, deflagrada pela PM no domingo.
"Vence mais uma vez a política do coturno em prol do capital", disse ela. "E o governo do Estado lavou as mãos sobre o caso."
Premiação dos vencedores definidos por escolha popular: troféu exclusivo, desenvolvido por Florian Raiss especialmente para a ocasião.
Poeta Sergio Vaz, do Extremo Sul de São Paulo Veja a seguir a lista dos vencedores:
CATEGORIA JÚRI
Artes Visuais
Fernando Lemos – Lá & Cá
Cinema
Marco Dutra e Juliana Rojas – Trabalhar Cansa
Circo
Roger Avanzi – Palhaço Picolino
Dança
Ballet Stagium – Ballet Stagium – 40 anos
Inclusão Cultural
Sérgio Vaz – Cooperifa – Cooperativa Cultural da Periferia
Música
Suzana Salles – Semana da Canção Brasileira de São Luiz do Paraitinga
Teatro
Cia. Hiato – O Jardim
Destaque Cultural
Renata de Almeida – conjunto da obra
CATEGORIA VOTAÇÃO POPULAR
Artes Visuais
Nelson Leirner – 2011-1961=50 anos
(1.483 votos)
Cinema
Moacyr Franco – O Palhaço
(11.071 votos)
Circo
José Amilton França – Palhaço Tubinho
(8.388 votos)
Dança
Ballet Stagium – Ballet Stagium – 40 anos
(4.068 votos)
Inclusão Cultural
Sérgio Vaz – Cooperifa – Cooperativa Cultural da Periferia
(4.744 votos)
Música
Inezita Barroso – Viola, Minha Viola
(6.029 votos)
Teatro
Cia. Mungunzá de Teatro – Luis Antonio- Gabriela
(2.107 votos)
Destaque Cultural
Sérgio Vaz – Conjunto da Obra
(3.524 votos)
Instituição Cultural
Sesc-SP
(12.988 votos)
Mecenato
Caixa Econômica Federal
(7.493 votos)
Fonte;
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1039137-cineastas-criticam-acao-no-pinheirinho-em-premiacao-do-governo.shtml
http://www.colecionadordepedras1.blogspot.com/
quinta-feira, janeiro 26, 2012
Paulo Freire inspira coreografia MARCHAS, da Cia. Sansacroma, que estreia na Galeira Olido, com apresentações no Capão Redondo. / Na Faixa
Na vida do filósofo e educador Paulo Freire a palavra “autonomia” sempre foi regra, e não exceção. A necessidade pela autonomia moveu-o, ainda criança, a iniciar sua própria alfabetização utilizando gravetos e escrevendo no chão, debaixo de uma mangueira. Essa condição de escolher as leis que regiam seu próprio destino é o que inspirou a diretora artística Gal Martins, da Cia Sansacroma, a criar o espetáculoMARCHAS, que estreia dia 02 de fevereiro de 2012 na Galeria Olido (Av. São João, 473, Centro, São Paulo). A temporada tem entrada franca.
“Eu morreria feliz, se eu visse o Brasil cheio em seu tempo histórico de marchas. Marcha dos que não tem escola, marcha dos reprovados, marcha dos que querem amar e não podem…” (Paulo Freire)
No palco, sete intérpretes-criadores, todos integrantes do elenco fixo da Cia Sansacroma, que tem sede na região do Capão Redondo, zona sul de São Paulo. O processo de investigação durou seis meses, envolvendo pesquisa em livros, linguagem e estética corporal, e laboratórios de criação.
A cenografia põe no palco, em algumas coreografias, terra, elemento que serviu como base para a alfabetização de Paulo Freire, pois foi desenhando no chão, com gravetos, que aprendeu as primeiras letras. Sacos de areia, pendurados, invocam as obras de Ernesto Neto, artista carioca contemporâneo, que cria obras que se situam entre esculturas e instalações.
Ficha Técnica
Direção Artística: Gal Martins Direção Coreográfica: Ivan Bernardelli Coreografias: Gal Martins, Ivan Bernardelli e elenco Assistência de Direção Cênica: Siva NunesPreparação Corporal: Ivan Bernardelli Figurino: Mariana Farcetta Trilha Sonora:Cláudio Miranda Cenário: Gal Martins, Ivan Bernardelli e Mariana Farcetta Pilates:Priscila Lima Intérpretes Criadores: Cléia Varges, Daiana Rodrigues, Rodrigo Cândido, Thiago Silva, Mazé Soares, Marcela Teixeira e Welton Silva Arte Gráfica: Welton Silva Fotógrafo: Edê Hohne Direção de Produção: Marina Hohne
Fonte;
https://www.facebook.com/profile.php?id=100000886267343&sk=info
“Eu morreria feliz, se eu visse o Brasil cheio em seu tempo histórico de marchas. Marcha dos que não tem escola, marcha dos reprovados, marcha dos que querem amar e não podem…” (Paulo Freire)No palco, sete intérpretes-criadores, todos integrantes do elenco fixo da Cia Sansacroma, que tem sede na região do Capão Redondo, zona sul de São Paulo. O processo de investigação durou seis meses, envolvendo pesquisa em livros, linguagem e estética corporal, e laboratórios de criação.
A cenografia põe no palco, em algumas coreografias, terra, elemento que serviu como base para a alfabetização de Paulo Freire, pois foi desenhando no chão, com gravetos, que aprendeu as primeiras letras. Sacos de areia, pendurados, invocam as obras de Ernesto Neto, artista carioca contemporâneo, que cria obras que se situam entre esculturas e instalações.
Ficha Técnica
Direção Artística: Gal Martins Direção Coreográfica: Ivan Bernardelli Coreografias: Gal Martins, Ivan Bernardelli e elenco Assistência de Direção Cênica: Siva NunesPreparação Corporal: Ivan Bernardelli Figurino: Mariana Farcetta Trilha Sonora:Cláudio Miranda Cenário: Gal Martins, Ivan Bernardelli e Mariana Farcetta Pilates:Priscila Lima Intérpretes Criadores: Cléia Varges, Daiana Rodrigues, Rodrigo Cândido, Thiago Silva, Mazé Soares, Marcela Teixeira e Welton Silva Arte Gráfica: Welton Silva Fotógrafo: Edê Hohne Direção de Produção: Marina Hohne
Fonte;
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segunda-feira, janeiro 23, 2012
Pra que lado pende a balança da justiça brasileira.

A Polícia Militar (PM) começou na manhã deste domingo (22/01/2012) a cumprir uma ordem de reintegração de posse na ocupação do Pinheirinho, em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Segundo a assessoria da corporação, estão envolvidos aproximadamente 1,8 mil homens na operação que pretende retirar as 9 mil pessoas que vivem há sete anos na área.
O terreno de 1,3 milhão de metros quadrados que virou alvo de um confronto entre policiais e moradores da comunidade do Pinheirinho, em São José dos Campos, pertence à massa falida da empresa Selecta S/A, do empresário libanês Naji Nahas. A área foi ocupada por um grupo ligado ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra em 2004, passando a ser disputada na Justiça desde então.
Naji Nahas se notabilizou como investidor no Brasil desde que chegou ao País, na década de 1970. Em julho de 2008, foi preso em casa pela Polícia Federal durante a operação Satiagraha, que investigava desvio de verbas públicas, corrupção e lavagem de dinheiro. Na mesma ação, também foram presos o empresário Daniel Dantas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta.
matéria publicada em janeiro deste ano
A Justiça Federal emitiu liminar durante a madrugada em 17 de janeiro, suspendendo temporariamente a operação de reintegração de posse na ocupação ‘Pinheirinho’, em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo.
Foi realizada na sede municipal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) uma reunião com representantes do Ministério das Cidades, da Secretaria de Estado da Habitação, de moradores e lideranças sindicais. A ideia era chegar a um acordo para evitar a execução da ordem de reintegração da área. A Prefeitura de São José dos Campos não mandou representantes.
O resultado da reunião foi uma proposta na qual o governo federal se dispõe a dirigir recursos para a compra do terreno, desde que o município demonstre interesse. Em contrapartida, a Prefeitura teria que declarar a área zona especial de interesse social, mudando o zoneamento, e apresentar um cadastro atual dos moradores.
No mesmo dia, à tarde, representantes dos governos federal e estadual foram à Prefeitura apresentar o documento, que foi protocolado. A administração municipal se comprometeu a analisar a proposta, mas afirmou o problema é judicial entre invasores, proprietários e a Justiça. A gestão indicou que, caso outra esfera do Executivo comprasse a área, não criaria dificuldades para a regularização.
Em 2010, líderes da comunidade entraram em contato com os governo federal e estadual para tentar regularizar o terreno. O Estado afirmou que a Prefeitura deveria indicar a área para participação no programa Cidade Legal, o que não aconteceu. A Prefeitura de São José dos Campos realizou o cadastro dos moradores em 2010. Foram identificadas mais de 1,6 mil famílias, ou 5.488 pessoas. Líderes comunitários dizem que o número de moradores é maior.
Reintegração.
A comunidade foi desocupada no começo da manhã deste domingo, 22, após uma decisão judicial que determinou a reintegração de posse do terreno de 1,3 milhão de metros quadrados, que pertence à massa falida da empresa Selecta S/A, do empresário libanês Naji Nahas. Confrontos entre policiais e manifestantes deixaram ao menos três feridos, 30 presos e nove carros queimados.
Matéria veiculada ontem 22/01/2012
Nahas e Dantas foram acusados de comandar organizações que praticavam crimes no mercado financeiro. Em maio de 2011, a Operação Satiagraha foi declarada nula, por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), tornando inválidas todas as provas obtidas pela PF.
O ilustre coronel "Messias", que comandou o massacre do Pinheirinho, no dia 22 de janeiro deste ano, foi condecorado dias depois, 09/02, com a medalha Paul Balagny, entregue pela Diretoria de Ensino e Cultura da PM. A condecoração, instituida em 2006 por uma lei estadual, é destinada a personalidades civis e militares com destaque na promoção da cultura.

O Coronel ficou mundialmente conhecido pela operação do Pinheirinho. Segundo ele, a culpa pela violência na desocupação da comunidade seria dos “vandalos” que lá moravam, conforme públicou o inglês de The Guardian, no dia 23 de janeiro.
fontes;
http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/terreno-em-disputa-em-s%C3%A3o-jos%C3%A9-dos-campos-pertence-a-naji-nahas
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2012/01/22/sem-teto-em-terreno-de-naji-nahas-protestam-contra-desocupacao.jhtm
http://osamigosdobrasil.com.br/2012/01/17/justica-suspende-reintegracao-de-posse-nos-terrenos-de-naji-nahas/
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/02/15/coronel-do-pinheirinho-e-condecorado-pela-pm-tucana/
domingo, janeiro 22, 2012
terça-feira, janeiro 17, 2012
Na Faixa / Oficina de Hip Hop

No dia 25 de Fevereiro de 2012 apartir das 13hs, você está convidado a participar das oficinas GRATUITAS que a Pleno Capão realizará em Fevereiro, pra participar é muito fácil, basta você chegar no local 15 minutos antes e se inscrever em qual oficina você vai participar, serão realizadas oficinas de DJ com V-Rep, Beat Box com Borracha, M.C. com Max Musicamente e Dança de Rua com grupo Style, teremos Microfone aberto para rimas improvisadas e pocket show com Max Musicamente e Borracha beat box, vamos chegar que a entrada é franca!
Fonte;
https://www.facebook.com/borracha.beatbox/info
Local: Pleno Capão
End: Av: Ellis Maas nº 231 - Capão Redondo
Próximo a Cohab Adventista- Zona Sul-SP
sábado, janeiro 14, 2012
"A arma mais poderosa nas mãos do opressor é a mente do oprimido".
Trechos do Manifesto da 1ª semana de arte moderna da periferia.
"A arte que liberta não pode vir da mão que escraviza!"
quarta-feira, janeiro 11, 2012
Cracolandia ??? Não, é gentrificação mesmo ...

Guernica - Picasso, Pablo Ruiz (1937)
Técnica: Óleo sobre tela | Dimensões (em cm): 349,3 x 776,6 | Com esta obra, Picasso mostra um compromisso político e ideológico que reflete não somente a crueldade de um massacre concreto, mas deixa uma súplica contra as injustiças das gerras civis na Europa do século passado.
Chama-se gentrificação ou enobrecimento urbano, uma intervenção em espaços urbanos (com ou sem auxílio governamental), que visam provocar sua melhoria e consequente valorização imobiliária, com retirada de moradores tradicionais, que geralmente pertencem a classes sociais menos favorecidas, dos espaços urbanos.
Na medida em que o estado estaria tornando-se "agente de" ao invés de "regulador do" mercado, o novo urbanismo cada vez mais agiria sob o impulso da produção capitalista, e não mais sob o da inclusão social .
Associados aos políticos, ao grande capital e aos promotores culturais, os planejadores urbanos, agora planejadores-empreendedores, tornaram-se peças-chave dessa dinâmica.
LUZ from Left Hand Rotation on Vimeo.
"A causa do mal, vem da exclusão social" pichação em barraco da favela da Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini, que foi desocupada pela especulação imobiliária no final da última década, bem como favelas no entorno da Av. Roberto Marinho.
As regiões do Brooklin, Campo Belo e Morumbi, próximas a Ponte Estaiada Octávio Frias de Oliveira, são as que mais sofrem hoje em São Paulo com assaltos seguidos de assassinato.
"O problema do bota-abaixo de 1902 no Rio de Janeiro, tirou os pobres do centro, mas não foi seguido de uma solução para os mesmos, fazendo que se refugiassem nos morros, iniciando a formação das favelas.
Os responsáveis pela administração e ordem deste estado, estão construindo outra gerra civil, como a que acontece hoje no Rio de Janeiro.
A escravidão havia acabado poucos anos antes no país, e pelas estradas e sertões, grupos de ex-escravos vagavam, excluídos do acesso à terra e com reduzidas oportunidades de trabalho. A imprensa, o clero e os latifundiários da região incomodaram-se com a nova cidade independente e com a constante migração de pessoas e valores para aquele novo local. Difundida através da imprensa, esta imagem manipulada ganhou o apoio da opinião pública do país para justificar a guerra movida contra os habitantes do arraial de Canudos."Aquela campanha lembra um refluxo para o passado. E foi, na significação integral da palavra, um crime. Denunciemo-lo".Os Sertões, 1902, de Euclides da Cunha, livro sobre a gerra de Canudos.
Fontes;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gentrifica%C3%A7%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_de_Canudos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Favela
sábado, janeiro 07, 2012
Prêmio Governador do Estado, pela difusão da cultura.. Vote !!

Uma das mais tradicionais láureas do setor cultural, o Prêmio Governador do Estado foi criado na década de 50 e, durante anos, simbolizou prestígio e reconhecimento. Interrompido por mais de duas décadas, a edição do ano passado resgatou seu valioso histórico, sem deixar de lado características condizentes com a realidade que hoje é inerente à cultura.
Reconhecer e prestar homenagem ao que de melhor foi apresentado no Estado de São Paulo durante um período específico continua sendo o objetivo do Prêmio Governador do Estado para a Cultura 2011. A diferença é que agora a escolha é democraticamente compartilhada com o público, principal crítico das inúmeras atividades artísticas que enriquecem a vida dos paulistas!
Novidades, a Secretaria premiará em 2011, dez modalidades diferentes, incluindo as principais formas de expressão artística.

Sérgio Vaz, Poeta e escritor que realiza ações como o sarau semanal da Cooperifa, as sessões quinzenais de “Cinema na Laje”, a Mostra Cultural da Cooperifa, o Ajoelhaço, o Poesia no Ar e a chuva de livros, concorre as categorias “Inclusão Cultural” e
“Destaque Cultural”. Questionado sobre o que esta indicação representa, Vaz resume numa única frase. “É a minha vida. É a resposta que sempre estivemos no caminho certo, do lado certo: da periferia”.
Veja os candidatos ao premio, e vote;
http://www.cultura.sp.gov.br/StaticFiles/PremioGovernador2011/index.htm
sexta-feira, janeiro 06, 2012
INSIDE JOB - A VERDADE DA CRISE
Impressionante documentário sobre a crise económica de 2008, narrado por Matt Damon.
Esteve recentemente presente nos Festivais de Cannes, Toronto e New York.
Em 2008, uma crise econômica de proporções globais fez com que milhões de pessoas perdessem suas casas e empregos. Ao todo, foram gastos mais de US$ 20 trilhões para combater a situação. Através de uma extensa pesquisa e entrevistas com pessoas ligadas ao mundo financeiro, políticos e jornalistas, é desvendado o relacionamento corrosivo que envolveu representantes da política, da justiça e do mundo acadêmico.
Assistir;
http://www.cinefilmesonline.net/2011/03/documentario-trabalho-interno-legendado.html
Esteve recentemente presente nos Festivais de Cannes, Toronto e New York.
Em 2008, uma crise econômica de proporções globais fez com que milhões de pessoas perdessem suas casas e empregos. Ao todo, foram gastos mais de US$ 20 trilhões para combater a situação. Através de uma extensa pesquisa e entrevistas com pessoas ligadas ao mundo financeiro, políticos e jornalistas, é desvendado o relacionamento corrosivo que envolveu representantes da política, da justiça e do mundo acadêmico.
Assistir;
http://www.cinefilmesonline.net/2011/03/documentario-trabalho-interno-legendado.html
As várias faces de um Brasil..
O Rapentista Rapadura desenvolve um trabalho voltado para o universo do canto falado. Uma mistura arrojada de Rap com a tradição da cultura popular brasileira, que tem suas raízes matriciais com a Embolada e o Repente. O rapper também mistura seus versos com jazz, funk, soul, valsa, marchinha de carnaval, bossa nova, samba rock e outros ritmos urbanos.
O jovem artista vem despertando a admiração de importantes figuras da música brasileira como Lenine, Marcelo D2, GOG, MV Bill, Rappin Hood e muitos outros que se renderam ao “rapente”, som que só ele faz.
Integrante de uma produtiva safra da música popular brasileira, RAPadura pode ser considerado um artista de vanguarda. A inusitada “embolada” do rap com o repente, o coco, o maracatu, a capoeira, o forró, o baião e as cantigas de roda, fazem dele um dos pilares de um movimento em defesa da cultura popular que surge da integração do rap contemporâneo à música de raiz. Uma mistura arrojada de rap com a tradição da cultura popular brasileira. Suas letras são contundentes e exalam uma linguagem poética sem perder a identificação com o povo.
Nascido em 1984, Francisco Igor Almeida do Santos veio de Lagoa Seca, uma vila na periferia de Fortaleza, Ceará e, como centenas de sertanejos, migrou com sua família para Brasília em 1997, quando ainda era adolescente. O apelido vem da sua paixão pela rapadura, nome de um famoso doce tipicamente nordestino, feito do puro sumo da cana e conhecido por fornecer muita energia e vitalidade para quem o consome.
Com essa mistura toda, RAPadura lança seu primeiro trabalho gravado e já imortalizado, “A Fita Embolada do Engenho – Rapadura Na Boca Do Povo!”. Com oito faixas, o CD promete fazer muita gente dançar com “Maracatu De Cá Pra Lá”. Traz uma declaração de amor ao seu “Norte e Nordeste Me Veste”, fala de um “Amor Popular”, de uma “Moça Namoradeira”, entre outras.
Fontes;
http://www.doladodeca.com.br/2011/10/05/rapadura-xique-chico-a-embolada-o-rap-e-o-melhor-do-nordeste/
http://www.youtube.com/user/redetvt
O jovem artista vem despertando a admiração de importantes figuras da música brasileira como Lenine, Marcelo D2, GOG, MV Bill, Rappin Hood e muitos outros que se renderam ao “rapente”, som que só ele faz.
Integrante de uma produtiva safra da música popular brasileira, RAPadura pode ser considerado um artista de vanguarda. A inusitada “embolada” do rap com o repente, o coco, o maracatu, a capoeira, o forró, o baião e as cantigas de roda, fazem dele um dos pilares de um movimento em defesa da cultura popular que surge da integração do rap contemporâneo à música de raiz. Uma mistura arrojada de rap com a tradição da cultura popular brasileira. Suas letras são contundentes e exalam uma linguagem poética sem perder a identificação com o povo.
Nascido em 1984, Francisco Igor Almeida do Santos veio de Lagoa Seca, uma vila na periferia de Fortaleza, Ceará e, como centenas de sertanejos, migrou com sua família para Brasília em 1997, quando ainda era adolescente. O apelido vem da sua paixão pela rapadura, nome de um famoso doce tipicamente nordestino, feito do puro sumo da cana e conhecido por fornecer muita energia e vitalidade para quem o consome.
Com essa mistura toda, RAPadura lança seu primeiro trabalho gravado e já imortalizado, “A Fita Embolada do Engenho – Rapadura Na Boca Do Povo!”. Com oito faixas, o CD promete fazer muita gente dançar com “Maracatu De Cá Pra Lá”. Traz uma declaração de amor ao seu “Norte e Nordeste Me Veste”, fala de um “Amor Popular”, de uma “Moça Namoradeira”, entre outras.
Fontes;
http://www.doladodeca.com.br/2011/10/05/rapadura-xique-chico-a-embolada-o-rap-e-o-melhor-do-nordeste/
http://www.youtube.com/user/redetvt
terça-feira, janeiro 03, 2012
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