quarta-feira, setembro 11, 2013

Senta que lá vem História .


O prédio da Light, cujo nome oficial é prédio Alexandre Mackenzie, é um dos mais esplêndidos edifícios da cidade. Enobrecendo aquela que já foi chamada de "a esquina mais movimentada do Brasil", da Xavier de Toledo com o Viaduto do Chá, também tem uma fachada na rua Formosa. Sua localização privilegiada propicia belas perspectivas visuais, desde o Viaduto do Chá e do Anhangabaú.

O papel da The São Paulo Light & Power na história da industrialização da cidade é cercado de polêmica. Para uns, foi fundamental para o desenvolvimento econômico de São Paulo, fornecendo energia elétrica para um parque industrial que se desenvolvia com velocidade não superada em qualquer parte do mundo. Citam as impressionantes obras de engenharia, as represas Guarapiranga e Billings (nome de um engenheiro da Light), que armazenavam a água do rio Pinheiros, cujo curso foi revertido, passando a correr não para o rio Tietê, mas para o mar, através da gigantesca tubulação que desce a serra do Mar e alimenta a usina Henry Borden (ex-chairman da Brazilian Traction, controladora da Light - atual Brascan).



Outros apontam os efeitos perniciosos do monopólio exercido pela empresa, tida como precursora do "lobby" político no Brasil, os métodos nada éticos com que sufocou  a pouca concorrência antes da consolidação desse monopólio. Citam como exemplo a Companhia Viação Paulista, de bondes puxados a burros, liquidada em janeiro de 1900, logo após a chegada da Light. Ou a disputa com a Companhia Água e Luz, que em 1909 oferecia preços três vezes menores que os cobrados pela Light, caso a lei que garantia a livre concorrência fosse respeitada - o que a Câmara municipal desconsiderou, garantindo à Light o monopólio dos serviços de eletricidade. Por esses e outros motivos companhia era chamada ironicamente de "Sao Paulo Light & Too Much Power" nos cartuns do personagem Juca Pato, a criação memorável de  Belmonte.

A The Sao Paulo Light & Power foi criada em Toronto por carta-patente da rainha Vitória da Inglaterra em 7 de abril de 1.899, e autorizada a funcionar no Brasil no mesmo ano pelo presidente Campos Salles. Foi constituída por um grupo de capitalistas canadenses, liderados pelo americano Frederick Starck Pearson, o verdadeiro mentor da empresa. Pearson havia comprado do italiano Francisco Gualco e de Antonio Augusto de Souza a concessão para implantar o serviço de bondes elétricos e fornecer energia elétrica à cidade - concessão essa que havia sido obtida da 
Câmara Municipal.


Em 1901, é inaugurada a primeira Usina Elétrica da Light - a de Parnaíba. Antes disso, em 7 de maio de 1900, começou a circular o primeiro bonde elétrico da cidade. A partir de então, a Light cresce a reboque da fantástica explosão industrial em São Paulo. Em 1.900, havia 165 indústrias na cidade. Vinte anos depois, passaram para 4.415.

Em 1914 Frederick Pearson morreu no afundamento do navio Lusitânia, e a direção da Light passou para Alexander (Alexandre) Mackenzie. Pearson também havia sido o presidente de diversas empresas coligadas, como a Rio de Janeiro Light & Power, a Mexican Tramway, a Mexican Light & Power, a São Paulo Electric Co (que atendia a região da Sorocabana), a Barcelona Traction, a San Antonio Land & Development, e várias outras.


Em 1943 a Light foi objeto de uma Comissão Parlamentar de Inquérito que apontou uma série de irregularidades e abusos cometidos pela companhia, entre os quais: sabotagem da construção da usina de Salto no rio Parnaíba; manobras no sentido de obter decretos-leis do governo que eximissem a empresa do cumprimento de obrigações legais; influência ou pressão sobre funcionários encarregados do andamento de processos administrativos necessários à execução de obrigações da empresa, entre outros.


No final da década de 1970, o contrato de concessão da Light com o governo federal, assinado no início do século e com validade de 70 anos seria encerrado, com a entrega dos ativos investidos tanto no Rio de Janeiro, como em São Paulo ao governo brasileiro. Porém em circunstâncias obscuras, principalmente no momento político vigente (ditadura militar brasileira), o então ministro das minas e energia Shigeaki Ueki, através da Eletrobrás, adquiriu o controle acionário da Light – Serviços de Eletricidade S/A, estatizando-a.

Já nesta época, a empresa já havia se desinteressado totalmente de investir na manutenção e ampliação do sistema de transportes públicos, e na geração de energia elétrica, concentrando-se na rentável atividade de distribuição. Em 1947 a concessão do serviço de bondes passou para o poder público, através da CMTC. Já no setor elétrico a coisa foi mais complicada. A falta de investimentos da Light levou a uma gravíssima crise energética no início dos anos 50. A sociedade mais e mais foi se voltando contra o monopólio da energia elétrica, ainda mais nas mãos de uma empresa estrangeira. Isso levou à criação de diversas empresas de energia elétrica estaduais (como a CESP em São Paulo) e federais (reunidas na Eletrobrás em 1962).
Setores nacionalistas faziam pressão para que fosse declarada a caducidade da concessão da Light, e que fosse encampada pelo governo. Em 1979 a Light foi comprada pelo Governo Federal pela quantia de 1 bilhão 215 milhões de dólares (valores da época), apesar de faltarem apenas onze anos para o término da concessão. Em 1981 foi transferida para o controle do governo estadual e passou a se chamar Eletropaulo (coincidentemente, o então governador se chamava... Paulo Maluf).

Em 1998, menos de vinte anos após a sua estatização, a empresa foi reprivatizada - por 1,8 bilhão de dólares - menos do que o governo pagou pela empresa em 1979, em valores atualizados. Desse 1,8 bilhão, 1 bilhão e 200 milhões foram emprestados pelo BNDES. As últimas notícias dão conta que a controladora da Eletropaulo, a empresa americana AES atravessa grave crise, e recebeu novos empréstimos vultosos do BNDES.
Toda essa digressão foi feita para falar da empresa que construiu o prédio que ora abordamos. A primeira sede da Light, quando chegou ao Brasil, foi um sobrado na rua Direita, com loja de materiais elétricos no térreo. Em 1908 transferiu-se para o prédio Martinico Prado, na praça Antonio Prado - edifício que, muito modificado, é hoje ocupado pela Bolsa Mercantil e de Futuros.
Enfim, a empresa decidiu construir uma sede própria e para tanto comprou em 1923 o Teatro São José, no Viaduto do Chá, projetado pelo arquiteto Carlos Ekman e de propriedade da família Prado.

Teatro São José Demolido em 1924

A Light encomendou o projeto ao escritório de arquitetura Preston & Curtis, que concebeu um prédio no estilo "French Renaissance". O responsável pelo projeto foi William Proctor Preston (1877-1954), graduado na Universidade da Pensilvânia na Filadélfia em 1900.


As obras tiveram início em 1925, a cargo do Escritório Técnico Ramos de Azevedo, e se estenderam por quatro anos. Em 3 de maio de 1929, o prédio era inaugurado, batizado de "Alexandre Mackenzie", em homenagem ao advogado canadense Sir Alexander Mackenzie (1860-1943), segundo presidente da Brazilian Traction, o truste controlador da Light. Mackenzie, havia deixado a presidência da companhia e o Brasil no ano anterior, em 1928, para passar a velhice em sua luxuosavilla de Florença.

Com a expansão da empresa, tornou-se necessária a ampliação do edifício sede, e para tanto foi encomendado um projeto ao Escritório Severo & Villares (sucessor do Escritório Ramos de Azevedo. O plano previa quatro estágios de ampliação do edifício: o primeiro, o setor já existente; o segundo estágio, ampliação do edifício na rua Formosa; o terceiro, ampliação na rua Xavier de Toledo; o quarto e último previa o acréscimo de uma torre de 20 andares ao edifício.

Monumento erguido em frente a Pinacoteca do Estado
em homenagem ao Arquiteto Ramos de Azevedo, posteriormente transferido para USP.





Do plano de ampliação só foi executado o segundo estágio, entre 1939 e 1941, expandindo a fachada da Rua Formosa, e conferindo ao prédio sua feição atual. As obras foram tão bem feitas, utilizando-se os mesmos materiais de revestimento, que nem se percebe onde acaba o prédio original e começa a ampliação.
Todo o trabalho em serralheria e marcenaria foi executado pelo Liceu de Artes e Ofícios, indefectível fornecedor de elementos decorativos e construtivos para o Escritório Ramos de Azevedo. As clarabóias coloridas são de autoria do vitralista Conrado Sorgenicht Filho, da grande família de vitralistas e que também criou os vitrais do Mercado Municipal.

Externamente, o estilo do prédio lembra o do Pacific Mutual Building, em Los Angeles, e a loja de departamentos Selfridge's de Londres: o corpo do edifício é caracterizado por uma série de pilastras colossais em estilo coríntio.

No início dos anos 90, antes da privatização da empresa, o prédio Alexandre Mackenzie foi vendido para um grupo de investidores que o transformaram em um shopping center, preservando integralmente as características originais do edifício. O Shopping Light foi inaugurado em 1999, após passar por uma cuidadosa reforma e restauração, que demandou investimentos de 45 milhões de reais e durou cinco anos. Restaurado, o prédio recuperou todo o brilho do passado, inclusive os toldos das janelas, característica dos prédios no início do século XX.




Atualmente, o shopping conta com três lojas-âncora, 160 lojas satélite, estacionamento com manobrista e 200 vagas, que ocupam um terreno de 4.518 m² e 36.518 m² de área construída. E  a população de São Paulo pode apreciar o prédio em toda a sua beleza e ricos detalhes.

Fontes;


Borracha Beat Box, RADIALISTA, APRESENTADOR, GESTOR CULTURAL, INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS, ESPECIALISTA EM IMITAR INSTRUMENTOS COM A BOCA, ARTE EDUCADOR, RAPPER EVANGÊLICO, e TRANSFORMADOR SOCIAL..








Mais em ;
www.borrachabeatbox.blogspot.com

terça-feira, setembro 10, 2013

Chico Cezar na Fabrica de Cultura do Jardim São Luis.



A Fábrica de Cultura do jardim São Luis vai receber em seu espaço o show de Chico Cezar, dia 15 de setembro, domingo.

Serão apresentando as melhores composições do seu primeiro CD "Aos Vivos", gravado ao vivo com voz e violão e lançado 16 anos atrás pela gravadora Velas (de Ivan Lins e Vitor Martins).



A apresentação também contará com a participação de Dani Black, tocando violão, guitarra e fazendo vocais.

A Fábrica de Cultura do Jardim São Luis fica na rua Antônio Ramos Rosa, 651 , São Paulo . O show começa às 18:30h, não perca!


A Fábrica de Cultura Jardim São Luís está situada na: 
Rua Antônio Ramos Rosa, 37 - 05822-010 


Fonte;
http://www.fabricasdecultura.org.br/fabrica/jardim-sao-luis/programacao-cultural

terça-feira, setembro 03, 2013

Publicidade proibida por Kassab, agora é permitida por ele mesmo, antes de deixar a prefeitura.




O Supremo Tribunal Federal (STF) entrou na briga entre empresas de publicidade exterior que atuavam no município de São Paulo e a prefeitura paulistana. O primeiro passo dado pela corte foi favorável à Lei municipal nº 14.223, de 2006, que proíbiu anúncios em vias públicas e regulava além de limitar tamanhos dos letreiros e demais anúncios indicativos, como totens, de estabelecimentos comerciais.

A decisão na época então, vinha do presidente em exercício da corte, ministro Gilmar Mendes, despachada e divulgada para todas as empresas que comercializavam publicidade no município de São Paulo. 

A lei do Programa Cidade Limpa exigia a retirada dos anúncios até 31 de dezembro de 2006. 



Essa lei até auxiliou a candidatura de Gilberto Kassab para prefeitura de São Paulo, já que o mesmo era vice na época da promulgação da lei, se tornando prefeito eleito para gestão 2008 á 2012.

O que é de se atentar, é que justamente após a saída do prefeito, fica determinado que a cidade de São Paulo poderá explorar publicidade em vias públicas, através de uma única empresa que "em suma", teria ganho o edital para exploração então desse mercado milionário, em equipamento que tem instalação e elétrica realizada com dinheiro dos cofres públicos.

Com a instalação dos novos abrigos em pontos de ônibus (a partir de março de 2013) e relógios de tempo e temperatura (maio de 2013), os anunciantes poderão voltar a divulgar suas marcas nas ruas. 



No fim do ano passado (Gestão Kassab), a prefeitura assinou os contratos para a exploração do chamado mobiliário urbano.

A francesa JCDecaux, maior empresa de mobiliário urbano do mundo, venceu a licitação para explorar os relógios de rua. Serão mil novos relógios, a serem instalados entre maio e dezembro.

Ana Célia Biondi, diretora de Novos Mercados da JCDecaux, diz que a publicidade exterior em São Paulo viabilizará toda a rede nacional.

"Eu programo daqui, de São Paulo, campanhas nacionais de mobiliário urbano. Sem São Paulo, isso não é possível", afirma.

Ela acredita que, agora, será possível conquistar verbas para esse tipo de propaganda, inclusive de campanhas mundiais, como lançamentos de filmes e cosméticos.


A JCDecaux também explora o mobiliário urbano de Salvador. Biondi diz que lá apenas anunciantes locais fazem propaganda --os grandes não fazem suas programações justamente pela ausência de São Paulo.


JCDecaux é uma empresa francesa criada em  1964 por Jean-Claude Decaux, especializada na fabricação e e instalação de mobiliário urbano e publicidade externa. 

fontes;

Mestres do Renascimento: Obras-primas Italianas no CCBB


                             
                            


segunda-feira, setembro 02, 2013

Entra em vigor lei do vale-cultura para trabalhadores




Com a regulamentação da lei em estudo pelo decreto 8.084/13 – promulgado em 27 de agosto de 2013 - alguns artigos da lei 8.212/91 e da CLT foram alterados e/ou revogados e a lei 12.761/12 entrou em vigor com eficácia plena e imediata.

Inicialmente, destaca-se que a ideia da legislação em estudo é de proporcionar aos empregados - regidos pela CLT - o acesso à cultura, estimulando e incentivando a visitação a estabelecimentos culturais e artísticos.

Tal medida não só decorre da nova legislação como da própria Constituição Federal - artigo 23, V – onde é clara a ideia de que é competência da União, Estados, Municípios e do Distrito Federal proporcionar os meios de acesso à cultura de todos os brasileiros.

Importante destacar ainda que a lei 12.761/13 é taxativa ao dispor que são consideradas áreas culturais para utilização do vale-cultura as artes visuais, artes cênicas, audiovisuais, literatura, música e patrimônio cultural.


Dessa forma, foi criado o vale-cultura – semelhante ao vale-transporte ou vale-refeição – onde por meio de um cartão magnético o empregado perceberá do empregador o valor do benefício cultural – hoje estimado em R$ 50,00 (cinquenta reais) mensais - para utilizá-lo em espetáculos de teatro, museus, shows etc.

Ainda, a legislação em estudo é especifica em face da impossibilidade de transferência para terceiros desse benefício, tendo em vista o caráter pessoal e intransferível. Igualmente a aceitação do vale-cultura será em todo o território nacional.


Destaca-se ainda, que o vale-cultura deverá ser fornecido aos empregados que recebem até 5 (cinco) salários mínimos mensais. Por outro lado, o beneficio também poderá ser fornecido aos empregados com salários superiores ao valor estipulado em lei, desde que o empregador garanta o pagamento do vale-cultura a todos os empregados da Empresa que recebem até 5 (cinco) salários mínimos mensais.
Igualmente ao ocorrido com o vale-refeição e/ou transporte, o empregador poderá descontar da remuneração do empregado o percentual de 10% (dez por cento) do valor do vale-cultura e ainda valores de 20% (vinte por cento) até 90% (noventa por cento) do valor do vale-cultura de empregados que percebam valores superiores aos 5 (cinco) salário mínimos mensais determinados em lei e nos termos dos artigos 15 e 16 do decreto 8.804/13.

Outro dispositivo legal que a lei contempla é a impossibilidade do valor do vale-cultura ser pago em pecúnia, sendo que tal medida se adotada poderá ser considerado pagamento complessivo e integralizado ao salário do empregado.

 Aos empregadores que adotarem o beneficio do vale-cultura – por meio de adoção ao Programa de Cultura do Trabalhador – poderão deduzir o valor despendido a título de aquisição do vale-cultura como despesa operacional para fins de apuração do imposto sobre a renda – desde que tributada com base no lucro real.

Ainda, a pessoa jurídica que utilizar o Programa de Cultura do Trabalhador e oferecer aos seus empregados o vale-cultura, deverá adicionar o valor deduzido como despesa operacional para fins de apuração de base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Notório destacar que a lei é objetiva ao dispor que a parcela utilizada para pagar o vale-cultura – pela empresa beneficiária – não tem natureza salarial, não constitui base de incidência previdenciária ou fundiária e ainda não pode ser tributada do imposto de renda do empregado.
Por fim, frise-se que a fiscalização da nova regulamentação será feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego que poderá autuar as Empresas que não cumprirem a legislação – desde que essas estejam adotando o Programa de Cultura ao Trabalhador – aplicando multas administrativas e enviando denuncias ao Ministério Público do Trabalho para futuras investigações.

Fonte: http://jus.com.br/artigos/25204/entra-em-vigor-lei-do-vale-cultura-para-trabalhadores#ixzz2dmF9ll9f

2º Caminhada Cultural em prol da revitalização de Sto. Amaro.


Brasil paga mais impostos que muitos países de primeiro mundo, e tem o pior serviço público do mundo.

                            


O Impostômetro, painel eletrônico instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), deve alcançar a marca de R$ 1 trilhão até o final de agosto deste ano, de acordo com o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato. 
 
O montante registrado pelo painel corresponde à arrecadação de impostos nas esferas municipal, estadual e federal. No mês de setembro, a ACSP deve, informou Amato, lançar o Gastômetro, ferramenta que mostrará como o dinheiro arrecadado no País é gasto, como um "google dos impostos". 

O brasileiro é o cidadão que mais paga impostos e o que recebe os piores serviços públicos em troca. A conclusão é do “Estudo sobre Carga Tributária/PIB x IDH”, realizado pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), que compara informações de 30 países com maior arrecadação tributária do mundo em relação ao retorno de benefícios à população. 

 Num país onde você além de pagar impostos altos você ainda tem que pagar por plano de saúde, escola, seguro e etc, não poderia estar em outra posição a não ser primeiro entre os piores em prestação de serviços públicos.

Fonte;

quarta-feira, agosto 21, 2013

Na Faixa / Jd. Ângela.



O Encontro Estéticas das Periferias é resultado da parceria entre Ação Educativa, Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, Fábricas de Cultura, Museu do Futebol, Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, SESCSP, Sistema Municipal de Bibliotecas, VAI (Valorização de Iniciativas Culturais), Sala CEUs, Núcleo de Antropologia Urbana da USP e Programa Avançado de Cultura Contemporânea da UFRJ.

Mais;
http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/Anonimo/CEU/programacao.aspx?MenuID=161&MenuIDAberto=135

terça-feira, agosto 20, 2013

Das periferias de São Paulo, para o Mundo.

Eduardo Kobra é um expoente da neovanguarda paulista. Seu talento emerge por volta de 1987, na periferia de São Paulo, e logo e espalha pela cidade. Seguindo os desdobramentos que a arte urbana ganhou em São Paulo, Kobra convergeu – com o Studio Kobra, criado nos anos 1990 – para um muralismo original, inspirado em diferentes artistas, especialmente pintores mexicanos, e beneficiando-se de suas características de artista experimentador, bom desenhista e hábil pintor realista. 

"Nesse caminho, ele desenvolve o projeto “Muros da memória” que busca transformar a paisagem urbana através da arte e resgatar a memória da cidade. Síntese do seu modo peculiar de criar, por meio do qual pinta mas também adere, interfere e sobrepõe cenas e personagens das primeiras décadas do século XX, esse projeto é uma junção de nostalgia e modernidade, resultando em pinturas cenográficas, algumas monumentais. Através delas cria portais para saudosos momentos da cidade, o maior destes murais, mede 1000 m2, foi realizado em 2009 na Avenida 23 de Maio, em comemoração ao aniversário de São Paulo.



Kobra apresenta obras ricas em traço, luz e sombra. O resultado é uma série de murais tridimensionais que permitem ao público interagir com a obra. A idéia é estabelecer uma comparação entre o ar romântico e o clima de nostalgia, com a constante agitação característica dos grandes centros, como é São Paulo hoje.

Paralelamente, Kobra realiza exposições dentro e fora do Brasil, além de pesquisas com materiais reciclados e novas tecnologias, como a pintura em 3D sobre pavimentos. O artista realizou na Praça Patriarca, no centro de São Paulo, a primeira pintura em 3D sobre pavimento do Brasil."


No começo de 2013, São Paulo ganha uma nova arte. Dessa vez, o artista coloriu um arranha-céu da Avenida Paulista com uma ilustração policromática de 52 metros de altura e de 16 metros de largura, do arquiteto Oscar Niemeyer, que faleceu em dezembro do ano passado com 104 anos.
Mais quatro artistas da sua equipe tiveram que se juntar para completar essa obra gigantesca que teve início em 14 de janeiro de 2013.





Com os protestos que mexeu com São Paulo e com o Brasil nos meses de junho e julho de 2013, o artista plástico Eduardo Kobra pintou um mural em homenagem às manifestações e "união do povo".  Localizada na av. Rebouças, o painel representa a força que as pessoas têm quando elas estão unidas. O país está saindo de um longo e tenebroso inverno de falta de uma efetiva participação política do povo brasileiro", afirma.


SP SPaulo - Kobra - Manifestação "União do Povo"


Fonte;

sexta-feira, agosto 16, 2013

Créditos de celulares pré-pagos não terão mais prazo de validade

A Justiça proibiu que as operadoras de telefonia móvel estabeleçam prazo de validade para créditos pré-pagos em todo o território nacional. A decisão foi tomada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), após recurso do Ministério Público Federal (MPF) contra sentença da 5ª Vara Federal do Pará que manteve a validade dos créditos de celulares pré-pagos. A decisão deve ser cumprida em todo o território nacional, sob pena de multa diária no valor de R$ 50 mil, mas ainda cabe recurso.
Para o relator do processo, desembargador federal Souza Prudente, o estabelecimento de prazos de validade para os créditos pré-pagos de celular configura-se um confisco antecipado dos valores pagos pelo serviço público de telefonia, que é devido aos consumidores. “Afigura-se manifesta a abusividade da limitação temporal em destaque, posto que, além de afrontar os princípios da isonomia e da não discriminação entre os usuários do serviço público de telefonia, inserido no Artigo 3º, Inciso 3º, da Lei nº. 9.472/97, na medida em que impõe ao usuário de menor poder aquisitivo discriminação injustificada e tratamento não isonômico em relação aos demais usuários desses serviços públicos de telefonia”.
O magistrado declarou nulas as cláusulas contratuais e as normas da Anatel que estipulem a perda dos créditos adquiridos após o prazo de validade ou que condicionem a continuidade do serviço à aquisição de novos créditos. Souza Prudente proibiu, ainda, que as operadoras Vivo, Oi, Amazônia Celular e TIM subtraiam créditos ou imponham prazos de validade para sua utilização. As empresas também terão que reativar, no prazo de 30 dias, o serviço dos usuários interrompido em razão da expiração dos créditos e restituir a exata quantia em saldo existente à época da suspensão.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), estabeleceu, por meio de resolução, que os créditos podem estar sujeitos a prazo de validade, devendo a prestadora oferecer, no mínimo, créditos com validade de 90 a 180 dias. No caso de inserção de novos créditos antes do prazo previsto para rescisão do contrato, os créditos não utilizados e com prazo de validade expirado serão revalidados pelo mesmo prazo dos novos créditos adquiridos. No recurso, o MPF apontou que a expiração dos créditos são “afronta ao direito de propriedade e caracterização de enriquecimento ilícito por parte das operadoras” e considerou que as “cláusulas contratuais são abusivas”, porque desequilibram a relação entre o consumidor e as operadoras que fornecem os serviços.

quinta-feira, agosto 15, 2013

Funk ostentação, funk gangasta.. Nada disso, aqui persevera a Sabedoria.

 É nas Garagens e Guetos da Periferia que provem a Sabedoria .
https://www.facebook.com/pages/TON/111747712340482

Renato Russo já dizia, que país é esse ?






Educação
O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita . Professores recebem menos que o piso salarial .



Saúde
Criado em 1988, o Sistema Único de Saúde tinha um objetivo claro: universalizar o atendimento aos brasileiros, que, em troca, pagam altos impostos. Como é de conhecimento público, não foi isso o que aconteceu. Passados 22 anos, usuários enfrentam filas e esperam meses e até anos para conseguir realizar uma cirurgia eletiva - os procedimentos não emergenciais. Seria ainda pior se parte da população - 26,3% - não tivesse abandonado o SUS, pagando um valor extra por planos privados de saúde.




Transportes
Ato em frente à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo pediu abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar irregularidades nos contratos do transporte público no estado.   Dentro da Assembleia, os manifestantes pressionam os deputados para assinar requerimento para abertura da comissão.   
O transporte público eficiente é a solução para a maior parte dos problemas no trânsito das grandes cidades brasileiras. Nos últimos dez anos, a frota de veículos do País dobrou, chegando a 60 milhões de unidades. O impacto nas vias urbanas é visível nas grandes cidades e em municípios de médio porte, que já sofrem com o caos dos engarrafamentos.
O Ministério das Cidades está ciente do problema, mas trabalha com um meio termo entre incentivo à compra de carros e gera dinheiro para os cofres públicos através da venda de novos veículos além de encargos como IPVA (4% sobre o valor do veículo), sobre combustíveis (84,5 Gasolina, 74,96 etanol, e 86,7 diesel). “A indústria automobilística é geradora de emprego e renda e, por isso, é incentivada pelo governo federal" . 




Regalias Parlamentares

O congressista brasileiro é o segundo mais caro em um universo de 110 países, mostram dados de um estudo realizado pela ONU (Organização das Nações Unidas) em parceria com a UIP (União Interparlamentar).

Apesar do corte de gastos de mais de R$ 300 milhões anunciado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), quando assumiu seu cargo, uma série de "regalias" concedidas aos parlamentares foram mantidas. Entre os benefícios preservados estão a manutenção de nove funcionários, com remuneração líquida entre R$ 14 mil e R$ 20 mil, para fazer check-in e despachar malas dos senadores. Eles atuam no Aeroporto de Brasília, onde os congressistas têm à sua disposição uma espécie de sala "vip". 

Senadores continuam desfrutando de benefícios como atendimento médico sem limite de reembolso (extensivo a cônjuges e dependentes até 21 anos), assinatura de revistas e jornais por conta do Senado e reembolso ilimitado para gastos com telefones celulares. Entre outros gastos listados estão os garçons exclusivos para o plenário e para a sala de cafezinho do Senado, que ganham de R$ 6 mil a R$ 10 mil para servir um cardápio com queijo picadinho e misto quente. Renan Calheiros, por sua vez, tem uma espécie de "mordomo" na residência oficial, que ganha cerca de R$ 11,3 mil líquidos. Apenas quatro dos 41 servidores que cuidam dos "mimos" dos senadores ganharam menos de R$ 10 mil em março e nove deles receberam mais de R$ 20 mil líquidos no mês, segundo o Portal da Transparência do Senado.

Sérgio Cabral governador do Rio de Janeiro utiliza diariamente helicópteros oficiais para trabalhar, apesar de a distância entre seu apartamento entre Leblon e o Palácio Guanabara, sede administrativa do governo do Estado, em Laranjeiras, ambos na zona sul do Rio, ser de apenas dez quilômetros. A distância entre o palácio e o heliporto do Estado, na Lagoa Rodrigo de Freitas, é ainda menor: 7 quilômetros.
O Helicóptero  luxuoso modelo Agusta AW 109 Grande New, adquirido em 2011 por US$ 9,7 milhões (equivalente a R$ 15,2 milhões à época), é utilizado aos fins de semana pelo governador e por sua família.  Os voos de Cabral e sua família custam R$ 3,8 milhões aos cofres públicos por ano.
Às sextas, a aeronave levaria a primeira-dama, Adriana Ancelmo, os filhos do casal, as babás e até o cachorro da família para Mangaratiba, no litoral sul do Estado, onde Cabral tem uma mansão. O governador vai para Mangaratiba aos sábados. Aos domingos, o helicóptero faz dois voos de volta ao Rio: no primeiro viajam Cabral e a família; os empregados são transportados no segundo.

Guerra de partidos
Em contrapartida a todos os fatos acima, a ação que a presidente Dilma Rousseff vai contra tudo que é de interesse para o povo.   Ela decidiu vetar parte da “pauta positiva” adotada pelo Congresso após as manifestações de junho.    Estão na lista dos projetos considerados “impagáveis” pelo Planalto o passe livre para estudantes, o fim da multa do FGTS para empregadores e a anistia aos Correios.      Seria uma espécie de “troco” pelo fato de Dilma ter sugerido a realização de um plebiscito a este ano para mudanças no sistema político e eleitoral com validade já para a sucessão do ano que vem e o congresso não aprovou.

“Nunca houve um debate no Brasil sobre os pontos da reforma política. Agora vai ser no convencimento. A população há de ser convencida da tese de cada partido, mas essa mesma população, a rigor, não domina com profundidade cada um dos temas da reforma política”, admite o líder do PT no Senado, Wellington Dias (PT-PI).      O PMDB, a segunda maior bancada na Câmara, tem outras pretensões. Com capilaridade nos rincões do país, a legenda que mais elegeu prefeitos em 2012 – foram 1.024 prefeituras das 5.568 disputadas – defende a adoção do chamado "distritão", sistema que promoveria a eleição dos candidatos a deputado mais votados em seus estados, independentemente das siglas pelas quais concorreram. O modelo, entretanto, tem o grave risco de institucionalizar o “sistema eleitoral Tiririca” – deputado que, por ter obtido cerca de 1,3 milhão de votos, acabou elegendo também outros parlamentares.

Fontes;




segunda-feira, agosto 12, 2013

Fazer o Bem, não importa a Quem .

Com o intuito de ajudar ao próximo, "A CORRENTE DO BEM" nasceu para levar alegria e esperança, aos que são "esquecidos pela vida" (orfanatos, asilos e moradores de rua) Abrace essa causa você também, afinal, FAZER O BEM FAZ BEM!!!

É possível grandes transformações a partir de pequenos passos.

Não deixe seu AMOR adormecido,participe da nossa campanha do agasalho.Afinal fazer o bem faz bem !



Instituição á ser ajudada: LAR VILA ACALANTO
 Atende Crianças e adolescentes de zero ano até 17 anos e 11 meses, encaminhados pela Vara da Infância e da Juventude ou Conselhos Tutelares que se encontram em situações de grave risco à sua integridade física e/ou psíquica.
CONHEÇA UM POUCO MAIS DO LAR  http://www.acalanto.org.br/novo/



VOCÊ TAMBÉM PODE INDICAR UMA INSTITUIÇÃO Á SER AJUDADA.

quinta-feira, agosto 08, 2013

Festival Multicultural de Inverno Embu Guaçu.


Até mesmo as instituições que tem como objetivo manter a ordem, estão sujeitas as tragédias que as armas de fogo incitam no âmago do ser humano.

 

Cinco corpos foram encontrados na casa do sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini e de Andreia Bovo Pesseghini, cabo da Polícia Militar juntamente com a avó de Marcelo, Benedita Oliveira Bovo, e da tia-avó, Bernadete Oliveira da Silva, que não morava lá, mas tinha ido dormir com a irmã. , na Brasilândia, zona norte de São Paulo, no fim da tarde de segunda-feira .
Menos de 24 horas depois, as polícias Civil e Militar já diziam ter identificado o autor do crime, Marcelo Eduardo Pesseghini, de 13 anos, filho do casal de PMs assassinados, também morto por arma de fogo .
Um dos parâmetros mais utilizados para a compreensão da violência homicida no Brasil, o “Mapa da Violência” apresenta, em sua mais recente edição (2013), dados que, mesmo com indisfarçável contaminação da ideologia desarmamentista, conduzem à conclusão que mais se alcança entre os estudiosos em segurança pública: as políticas de desarmamento não reduziram homicídios no país.
De acordo com o Mapa, publicado pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos, foram mortas no Brasil, no ano de 2010, 38.892 (trinta e oito mil, oitocentos e noventa e duas) pessoas com uso de arma de fogo, quantidade que supera a registrada no ano 2000 em 3.907 (três mil, novecentos e sete) ocorrências - foram registradas 34.958 mortes naquele ano. Percentualmente, na década pesquisada, houve um aumento nas mortes por arma de fogo da ordem de 11,25%, computando-se acidentes, suicídios, homicídios e outras causas indeterminadas .

Havia no país, no ano 2000, 2,4 mil estabelecimentos registrados na Polícia Federal autorizados ao comércio de armas e munições. Já em 2008, restavam apenas 280 (duzentos e oitenta). Em 2010, de acordo com diversas pesquisas promovidas por órgãos do próprio governo, organizações não governamentais e centros de pesquisa acadêmica, o comércio regularizado de armas e munições se resumia a 10% (dez por cento) do que se verificava uma década antes.

De onde vem então tantas armas e munição para esse crescente número de viloência causado pelas armas de fogo ?


Um exemplo da porosidade das fronteiras brasileiras é o furto e o roubo de veículos e de cargas. Aproximadamente, 400 mil veículos e 15 mil cargas são roubados no Brasil e grande parte desses veículos são levados para fora do país passando pelas fronteiras, onde são usados como moeda de troca por drogas e/ou armas.

 A drástica redução no acesso do cidadão brasileiro às armas de fogo não representou nenhuma contenção nas mortes em que elas são empregadas e não impediu o considerável crescimento dos homicídios no país.

A explicação é simples: leis restritivas à posse e ao porte de armas apenas desarmam aqueles que cumprem as leis.   A isso se dá o nome de tirania.

segunda-feira, agosto 05, 2013

Dívida Eterna ..

O Brasil é um dos países que paga os juros mais altos do mundo, e mesmo com um orçamento altíssimo não consegue realizar os investimentos sociais tão necessários, devido à uma política de priorização total do pagamento da dívida pública aos grandes bancos nacionais e internacionais.



Somente no ano de 2012 os gastos do Governo Federal com o pagamento de juros e amortizações da Dívida Pública consumiram 45,05% de todo orçamento da União, totalizando R$ 753 bilhões de reais. 

ORÇAMENTO GERAL DA UNIÃO - Executado em 2012 
TOTAL = R$ 1.712, TRILHÃO

JUROS DA DÍVIDA - 45,5%
EDUCAÇÃO - 2,99%
SAÚDE - 4,07%
CIÊNCIA E TECNOLOGIA - 0,32%
CULTURA - 00,04%
PREVIDÊNCIA - 22.01% - (atende a 80 milhões de brasileiros)


No ano de 2013, a Dívida Pública já consumiu R$ 565 bilhões dos cofres públicos, correspondendo à 53% de todos os gastos federais.

Mas afinal, de onde vem essa dívida?

Serviço;

PALESTRANTE - Maria Lúcia Fatorelli - Auditoria Cidadã da Dívida
Participação - Dr. Marcelo Arno Nerling e Carmen Cecília Bressane (Núcleo SP)

QUINTA-FEIRA- 08/08
Auditório da Escola de Aplicação - USP
Av. da Universidade, 308 - portão 1
19:30 - 22:30

O EVENTO SERÁ TRANSMITIDO AO VIVO - VIA LIVESTREAMING

www.auditoriacidada.org.br
auditoriacidadasp@gmail.com