quinta-feira, outubro 15, 2015

SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco

Se você quer estudar na SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco, não pode deixar de se inscrever no processo seletivo dos Cursos Regulares, para o primeiro semestre de 2016. Os candidatos devem preencher um formulário no site do Instituto Mais até 29 de outubro, às 17h. A taxa de inscrição custa R$51 e poderá ser paga somente até o dia 30 - é possível pedir isenção do valor.
A instituição oferece 90 vagas para as turmas de oito Cursos Regulares – Atuação, Direção, Humor, Dramaturgia, Cenografia e Figurino, Técnicas de Palco, Iluminação e Sonoplastia. Os participantes precisam ter completado 18 anos e terminado o Ensino Médio. Estrangeiros podem se candidatar, desde que apresentem passaporte e estejam no Brasil de forma legal.
É preciso, ainda, ter disponibilidade para frequentar as aulas, que ocorrem no período da manhã (de terça-feira a sexta-feira, das 9h às 13h e aos sábados, das 9h às 18h30) ou da tarde (de terça-feira a sexta-feira, das 14h30 às 18h30, e aos sábados, das 9h às 18h30). Os cursos são completamente gratuitos e têm duração de dois anos.

divulgação
SP Escola de Teatro oferece 90 vagas para oito cursos regulares
A seleção é composta por duas etapas. Na primeira, o candidato faz uma redação e passa por uma entrevista – em que serão avaliados a disponibilidade e o interesse para as proposições artísticas e pedagógicas da escola.
Os aprovados nessa fase são submetidos a provas práticas específicas para o curso que escolheram. O resultado final será divulgado nos sites da SP Escola de Teatro e do Instituto Mais no dia 19 de dezembro, além das redes sociais e murais da instituição.
As matrículas devem ser feitas de 6 a 8 de janeiro de 2016, na secretaria da escola. A segunda chamada, se houver, será divulgada no dia 11, com matrículas nos dias 13 e 14. As aulas começam no dia 30 desse mesmo mês.
Serviço;

Processo seletivo para Cursos Regulares da SP Escola de Teatro

R$51

SP Escola de Teatro - Sede Roosevelt 

Praça Franklin Roosevelt, 210
Consolação - Centro
São Paulo
(11) 3775-8600
Estação República (Metrô - Linha 3 Vermelha e Linha 4 Amarela)
Fonte:
http://www.spescoladeteatro.org.br/editais/processo-seletivo-2016/edital-processo-seletivo-1-2016.pdf

Favelas Sustentáveis .

Evento acontecerá  no dia 17/10 abordando vários projetos de energias renováveis e sustentabilidade na região do Jardim Ângela.



As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas, até o dia 16 de outubro,  pelo emailongfaveladapaz@gmail.com.

segunda-feira, outubro 05, 2015

A diversidade cultural refere-se aos diferentes costumes de uma sociedade, entre os quais podemos citar: vestimenta, culinária, manifestações religiosas, tradições, entre outros aspectos. O Brasil, por conter um extenso território, apresenta diferenças climáticas, econômicas, sociais e culturais entre as suas regiões.


Os principais disseminadores da cultura brasileira são os colonizadores europeus, a população indígena e os escravos africanos. Posteriormente, os imigrantes italianos, japoneses, alemães, poloneses, árabes, entre outros, contribuíram para a pluralidade 
cultural do Brasil.

Áreas como o artesanato tradicional, pequenas manufaturas, moda e design são áreas estratégicas para o país, em vista de sua potencialidade em termos da melhoria das condições de vida das populações mais pobres. Elas podem trazer empoderamento individual e contribuir com a reduçâo da pobreza.
Ao tentar enfrentar seu problema mais urgente – a desigualdade social – o país vem descobrindo a forte influência da cultura para a configuração dessa realidade, bem como seu potencial de transformação social do cenário atual.

Região Nordeste


Entre as manifestações culturais da região estão danças e festas como o bumba meu boi, maracatu, caboclinhos, carnaval, ciranda, coco, terno de zabumba, marujada, reisado, frevo, cavalhada e capoeira. Algumas manifestações religiosas são a festa de Iemanjá e a lavagem das escadarias do Bonfim. A literatura de Cordel é outro elemento forte da cultura nordestina. O artesanato é representado pelos trabalhos de rendas. Os pratos típicos são: carne de sol, peixes, frutos do mar, buchada de bode, sarapatel, acarajé, vatapá, cururu, feijão-verde, canjica, arroz-doce, bolo de fubá cozido, bolo de massa de mandioca, broa de milho verde, pamonha, cocada, tapioca, pé de moleque, entre tantos outros.

O baião é um ritmo musical nordestino, acompanhado de dança, muito popular na região nordeste e norte do Brasil.

Foi na década de 1940 que o baião tornou-se popular, através dos músicos Luiz Gonzaga (conhecido como o “rei do baião”) e Humberto Teixeira (“o doutor do baião”).

O baião utiliza muito os seguintes instrumento musicais: viola caipira, sanfona, triângulo, flauta doce e acordeon. Os sons destes instrumentos são intercalados ao canto. A temática do baião é o cotidiano dos nordestinos e as dificuldades da vida.

O baião recebeu, na sua origem, influências das modas de viola, música caipira e também de danças indígenas.

A embolada é um gênero musical de origem nordestina e tem como principal característica o curto intervalo entre as palavras e os versos, criando assim, uma melodia quase que totalmente oratória. Geralmente é feito de improviso quando do encontro de dois emboladores em uma feira, por exemplo. Na maioria das vezes a letra é satírica, cômica e descritiva. O ritmo tende a aumentar de velocidade, o que dificulta a dicção e o improviso.

 


     A embolada é hoje encontrada em várias regiões do Brasil, mas, sobretudo, na região Nordeste, onde tem surgido a maioria dos emboladores, e os mais conhecidos pelo Brasil afora. Foram esses emboladores nordestinos os responsáveis por levar a embolada para além dos limites da região.

 TODA FEIRA NORDESTINA é uma colorida e pitoresca exposição, heterogênea em seus elementos de sabor local, principalmente nas mostras abertas de seu artesanato de cerâmica, cestos, flandres, rendas etc., rudes e maravilhosos resultados de talento dos artistas do sertão, cangaceiros, beatos e cantadores. Tornou-se famosa a feira de Caruaru, ainda mais depois do baião divulgado por Luiz Gonzaga, que não omite os mínimos detalhes daquele espetáculo folclórico do interior pernambucano. Todavia, uma das atrações mais fascinantes da feira do Nordeste é, sem dúvida, o encontro de dois emboladores, empunhando o pandeiro ou o ganzá (instrumentos de flandre, cheio de caroços de chumbo). 

Frevo, uma marcha de ritmo sincopado, obsedante, violento e frenético, que é a sua característica principal. E a multidão ondulando, nos meneios da dança, fica a ferver. E foi dessa ideia de fervura (o povo pronuncia 'frevura', 'frever', etc.), que se criou o nome de 'frevo'." A coreografia é improvisada e quase acrobática, executada originalmente com roupas coloridas e uma sombrinha.
O maracatu tem origem negra e religiosa. Grupos de negros acompanhavam os reis do Congo, eleitos pelos escravos, que eram coroados nas igrejas, em que depois faziam um batuque em homenagem à padroeira ou, em especial, a Nossa Senhora do Rosário, padroeira dos homens negros. A tradição religiosa se perdeu e o grupo convergiu para o carnaval, mas conservou elementos próprios, diferentes dos de outros cordões ou blocos carnavalescos. À frente do grupo vão rei e rainha, príncipes, embaixadores, dançarinas e indígenas. Não há enredo. Simplesmente se desfila ao ritmo dos tambores. O ritmo surgiu em Pernambuco, mas também se encontra em outros estados do Nordeste.
O nome forró deriva de forrobodó, "divertimento pagodeiro", segundo o folclorista Câmara Cascudo. O forró era em sua origem um baile animado por vários gêneros musicais, como o baião, o xote, e o xaxado. Nesse sentido, também era conhecido como "arrasta-pé" ou "bate-chinela". O forró, hoje, é praticamente um gênero musical que engloba os ritmos acima mencionados. Sua origem é o sertão nordestino e os instrumentos musicais utilizados são basicamente a sanfona ou acordeão, o triângulo e a zabumba.
O baião, segundo o folclorista Câmara Cascudo, associa os termos "baiano" e "rojão", pequenos trechos musicais executados por viola, no intervalo dos desafios entre os cantadores de improviso. Mas o gênero consagrou-se e ganhou novas características quando o sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga ) popularizou-o através do rádio em todo o Brasil. É este o ritmo que predomina hoje nos forrós.


O xote é um ritmo mais lento, para se dançar a dois, de origem alemã, mas que se radicou no Nordeste e mistura os passos de valsa e de polca. Quanto ao xaxado, originalmente, era uma dança exclusivamente masculina, executada peloscangaceiros, sem acompanhamento instrumental para o canto, com o ritmo marcado pela coronha dos rifles, batidos no chão. O nome xaxado deve ser uma onomatopeia do xá-xá-xá que faziam as alpercatas de couro ao se arrastarem no chão. A dança, difundida por Lampião e seu bando, dispensava a presença feminina. Segundo Luiz Gonzaga, "nessa dança, a dama é o rifle".
Região Norte


A quantidade de eventos culturais do Norte é imensa. As duas maiores festas populares do Norte são o Círio de Nazaré, em Belém (PA); e o Festival de Parintins, a mais conhecida festa do boi-bumbá do país, que ocorre em junho, no Amazonas. Outros elementos culturais da região Norte são: o carimbó, o congo ou congada, a folia de reis e a festa do divino.

A influência indígena é fortíssima na culinária do Norte, baseada na mandioca e em peixes. Outros alimentos típicos do povo nortista são: carne de sol, tucupi (caldo da mandioca cozida), tacacá (espécie de sopa quente feita com tucupi), jambu (um tipo de erva), camarão seco e pimenta-de-cheiro.

Coco, lundu e maxixe
Outra dança tradicional do Nordeste e do Norte, o coco, tem origem incerta: alguns dizem que veio da África com os escravos, e há quem defenda ser ela o resultado do encontro entre as culturas negra e índia. Apesar de frequente no litoral, o coco teria surgido no Quilombo dos Palmares, a partir do ritmo em que os cocos eram quebrados para a retirada da amêndoa. A sua forma musical é cantada, com acompanhamento de um ganzá ou pandeiro e da batida dos pés. Também conhecido como samba, pagode ou zambê, o coco originalmente se dá em uma roda de dançadores e tocadores, que giram e batem palmas.

Já o lundu foi o primeiro gênero afro-brasileiro de canção popular. Originalmente era uma dança sensual praticada por negros e mulatos em rodas de batuque, fixando-se como canção apenas no final do século 18. Posteriormente, no século 19, com harmonização erudita, chegou aos salões das elites cariocas. Contudo, o ritmo desapareceu no início do século 20, ou melhor, misturou-se ao tango e à polca e deu origem ao maxixe ). Este apareceu entre 1870 e 1880, como dança, e tornou-se gênero musical por volta de 1902.

Apesar de o tambor e os instrumentos de percussão, em geral, serem bem conhecidos dos portugueses, foram os africanos que introduziram no país a maior variedade que deles existe hoje, além das danças que têm na percussão a sua essência, caso do Tambor-de-crioulo. Este compõe-se de uma série de cantos e dança, ao som de triângulo, cabaça e tambores.





Região Centro-Oeste


A cultura do Centro-Oeste brasileiro é bem diversificada, recebendo contribuições principalmente dos indígenas, paulistas, mineiros, gaúchos, bolivianos e paraguaios. São manifestações culturais típicas da região: a cavalhada e o fogaréu, no estado de Goiás; e o cururu, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A culinária regional é composta por arroz com pequi, sopa paraguaia, arroz carreteiro, arroz boliviano, maria-isabel, empadão goiano, pamonha, angu, cural, os peixes do Pantanal - como o pintado, pacu, dourado, entre outros.

Cavalhadas é uma festa de origem portuguesa que representa torneios medievais e as batalhas entre cristões e mouras, em especial a batalhado século VI, onde Carlos Magno, um guerreiro Cristão travou uma batalha épica contra os sarracenos, de religião islâmica, pela defesa de um território. As Cavalhadas foram introduzidas no Brasil pelos padres jesuítas durante a catequização dos índios e escravos.
No Brasil essa festa acontece em algumas cidades, principalmente a região centro-oeste e sul do país.



    Cavalhadas famosas no Brasil são as da cidade de Pirenópolis, no estado de Goiás e de Poconé, em Mato Grosso.    A festa de Pirenópolis incluir além dos personagens principais, os mascarados que representam o povo.   No sul o país temos Cavalhadas conhecidas, como as das cidades de Guarapuava no Paraná, e também cidade do Rio Grande do Sul, como em Cazuza Ferreira, distrito de São Francisco de Paula, Vacaria, Mostardas, Santo Antônio da Patrulha e Caçapava do Sul,


 No mês de abril acontece na Cidade de Goiás - GO, a  Procissão do Fogaréu, representação exclusiva da Região Centro-Oeste, mais precisamente do Estado de Goiás. Sem dúvida é uma das manifestações religiosas populares, tradicionais e folclóricas mais belas que acontecem na Cidade de Goiás e no Brasil.



  A celebração dá continuidade a uma tradição que começou a mais de 200 anos, consiste em encenar as principais passagens bíblicas que antecedem a crucificação de Cristo pelas ruas da Cidade de Goiás, da qual a Procissão do Fogaréu faz parte. 

    Nesta procissão "Os Farricocos"  homens encapuzados com vestes coloridas e descalços, carregam tochas acesas entre as ruas escuras, representando o caminho dos romanos até o momento da prisão de Cristo






Região Sudeste


Os principais elementos da cultura regional são: festa do divino, festejos da páscoa e dos santos padroeiros, congada, cavalhadas, bumba meu boi, carnaval, peão de boiadeiro, dança de velhos, batuque, samba de lenço, festa de Iemanjá, folia de reis, caiapó.

A culinária do Sudeste é bem diversificada e apresenta forte influência do índio, do escravo e dos diversos imigrantes europeus e asiáticos. Entre os pratos típicos se destacam a moqueca capixaba, pão de queijo, feijão-tropeiro, carne de porco, feijoada, aipim frito, bolinho de bacalhau, picadinho, virado à paulista, cuscuz paulista, farofa, pizza, etc.

O Chorinho surge no Rio de Janeiro, então capital federal, e deriva de uma interpretação da polca. Tornou-se popular, junto com as modinhas, por volta de 1870, com conjuntos que acompanhavam serenatas com violão, cavaquinho e flauta. É cultivado até os dias de hoje, tanto que em São Paulo e no Rio de Janeiro há casas noturnas especializadas em chorinhos ou que oferecem alguma noite da semana especificamente a este gênero.

O samba deriva de diversos ritmos africanos e seu nome vem da palavra "semba", que quer dizer "umbigada", ou dança de roda onde os participantes se tocam pela barriga. Ao longo do século 20, o samba evoluiu e ganhou várias formas, como o samba-canção, o samba de breque, o samba enredo e, mais recentemente, o pagode. Como se disse antes, o samba tornou-se um símbolo do Brasil e sua maior expressão se dá no carnaval, em especial do Rio de Janeiro e, mais recentemente, também em São Paulo.

A bossa nova também não pode deixar de ser mencionada entre os ritmos brasileiros, inclusive por seu prestígio internacional. Bossa nova foi o nome dado a um movimento musical lançado no Rio de Janeiro no fim dos anos 1950, por cantores e compositores de classe média. Suas características mais marcantes foram dadas por João Gilberto) que integrava melodia, harmonia e ritmo e uma maneira mais intimista de cantar. As letras extraíam seu lirismo do cotidiano. Além do já citado João Gilberto, teve como seus maiores expoentes Tom Jobim e Vinícius de Moraes.





Região Sul


O Sul apresenta aspectos culturais dos imigrantes portugueses, espanhóis e, principalmente, alemães e italianos. As festas típicas são: a Festa da Uva (italiana) e a Oktoberfest (alemã). Também integram a cultura sulista: o fandango de influência portuguesa, a tirana e o anuo de origem espanhola, a festa de Nossa Senhora dos Navegantes, a congada, o boi-de-mamão, a dança de fitas, boi na vara. Na culinária estão presentes: churrasco, chimarrão, camarão, pirão de peixe, marreco assado, barreado (cozido de carne em uma panela de barro), vinho.

Fandango é o conjunto de várias danças de natureza popular, conhecidas como ‘marcas’. Embora já tenha sido executado nas celebrações sediadas em palácios, hoje ele está integrado ao folclore brasileiro, principalmente o do sul do país

Estas danças desembarcaram nas praias paranaenses pelas mãos dos portugueses açorianos, que detinham forte inspiração da cultura espanhola, aproximadamente em 1750. O fandango passou então a integrar as comemorações do Intrudo, o ancestral do Carnaval. Durante 4 dias os dançarinos, chamados de ‘folgadores’ e ‘folgadeiras’, praticavam os mais diversos bailados – entre eles o Anu, Andorinha, Chimarrita, Tonta, Caranguejo, Vilão do Lenço, Sabiá, Marinheiro, Xarazinho, Xará Grande, entre outros – e consumiam o tradicional Barreado, mistura de carne e toucinho.

Com o passar do tempo, o Fandango executado no Paraná foi assimilado pelo caboclo do litoral, assumindo assim seu caráter folclórico, e desta forma é preservado até hoje. Suas danças podem ser bailadas ou sapateadas, invariavelmente; apenas se modificam as músicas e as palavras. Aliás, estas coreografias não prescindem jamais da poesia cantada e da viola, sua ferramenta essencial.

Além do uso de duas violas, é fundamental também a presença do acordeão, da rabeca e do pandeiro rural, conhecido como adufo ou maxixe. Normalmente as violas, que quase sempre são compostas de cinco cordas duplas e uma meia corda, são confeccionadas com a caxeta, uma espécie de madeira, bem aprimorada artisticamente. Os dançarinos, trajando típicas vestes gaúchas, giram em torno um do outro sensualmente, sem jamais se roçarem, nem mesmo com as mãos. Os casais executam movimentos tentadores, insinuantes e ondulantes.

Há um estilo, porém, o ‘tatuí’, no qual os cavalheiros dispensam suas damas, sendo praticado por dez homens. Eles começam a dançar ao som de pancadas com a palma da mão ou ao soar das castanholas, e se movem da esquerda para a direita. Os passos que compõem esta coreografia são o viracorpo, pega-na-bota, quebra-chifre, pula-sela, mandadinho, cada um com suas características especiais, mas todas se concluem com a formação de uma nova roda.

Atualmente o Fandango se estende do extremo sul a São Paulo. No litoral paulista o Fandango inclui coreografias que englobam ou não o sapateado, entre elas o DãoDão, DãoDãozinho, Graciana, Tiraninha, Tirana-Grande, Rica-Senhora, Recortado, Recortado Grande, Morro Seco, Pica-Pau, João Dum Maruca, São João do Porto, Chimarrita, Querumana, e outras mais. A música é normalmente composta em compasso binário.

O Fandango original integrava as peças teatrais encenadas nas celebrações jesuítas, como a marujada, a nau catarineta, e outras figuras do folclore brasileiro. Sua modalidade rural, porém, se refere a várias coreografias conhecidas genericamente como danças de salão, especialmente na região Sul. Assim este termo se estendeu a qualquer reunião de pessoas para dançar ou a todo tipo de diversão.

sábado, setembro 26, 2015

Curso Optativo Diálogos Possíveis


JUSTIFICATIVA: Diante dos desafios lançados pelo Programa Mais Educação São Paulo e o posicionamento assumido pela Divisão de Orientação Técnico Pedagógica da DRE Campo Limpo de investir na perspectiva da construção do conhecimento na Educação Básica em detrimento da mera reprodução, apresentamos o Curso Optativo “Diálogos Possíveis – Educação Básica, Movimentos Sociais e Academia”, justificando-o pela necessidade de problematizar as relações com o conhecimento e a relevância desse debate para a construção de um currículo que se pretende emancipatório. Para tanto reiteramos a parceria com o Núcleo de Estudos Culturais: Histórias, Memórias e Perspectivas do Presente da PUC/SP e a Associação Guará com os quais nos articulamos desde o início dessa gestão, tendo uma profunda relação de trocas de experiências e contribuições para as ações formativas.

OBJETIVOS: Possibilitar o diálogo entre a Educação Básica, os Movimentos Sociais e a Academia sobre a construção do conhecimento de forma não hierárquica; Identificar os pontos de intersecção entre as diferentes formas de saberes importantes para a formação dos sujeitos sociais; Refletir sobre a construção de um currículo que de fato seja representativo diante dos interesses e culturas das pessoas que compõem as comunidades escolares de Campo Limpo e M’Boi Mirim.

CONTEÚDOS: Memória, Culturas Periféricas, Perspectivas do Presente e Currículo.

METODOLOGIA: Mesas temáticas, diálogos, apresentações culturais e vídeos.
PÚBLICO ALVO: Professores de Ensino Fundamental II e Médio, Coordenadores Pedagógicos, Professores de Educação Infantil e Ensino Fundamental I, Professores de Educação Infantil, Auxiliares Técnicos de Educação, Auxiliares Administrativos de Ensino, Auxiliares de Secretaria, Supervisores Escolares, Diretores de Escola, Assistentes de Diretor de Escola, Especialista Inf. Tec. Cult. Desp/Educação Física e Especialista Inf. Tec. Cult. Desp/Biblioteca.

CARGA HORÁRIA: 12 horas

CRONOGRAMA:
05/10/2015 (segunda-feira): Mesa Temática: Memórias - com Sandra Aparecida Portuense (Professora, doutoranda em História e membro do NEC – PUC/SP), Fernando Do Ó (Líder Comunitário, sindicalista e morador do Distrito Jd. Ângela) e Sônia Caires (Professora na EMEF Mario Fittipaldi e articuladora da pesquisa sobre memórias da região de M’Boi Mirim); Apresentação Cultural: Anderson França (Músico – Violão Clássico). Local: Distrito Jd. Ângela. Horário: 18h30 às 22h30.

07/10/2015 (quarta-feira): Mesa Temática: Culturas Periféricas com Priscila Prado (Mestranda em História e membro do NEC – PUC/SP), Fernando Ferrari (Produtor Cultural e Articulador do Juventude Viva), Luan Luando (Poeta e Escritor Periférico), Maria Aparecida Costa dos Santos (Professora de Educação Física na SME/SP, Membro da DRE Campo Limpo, doutoranda em Educação na FEUSP). Apresentação Cultural: Cia Decálogo (Grupo teatral). Local: PUC/SP. Horário: 18h30 às 22h30.

09/10/2015 (sexta-feira): Mesa temática: Perspectivas do Presente – Embates, Potencialidades e Desafios com Silvia Tavares (Coordenadora da EMEF Mario Fittipaldi, Mestra em Ensino de Matemática e Ciências - FEUSP), Alex Ferreira de Carvalho (Membro da Associação Guará e articulador da Comissão da Memória e Verdade de M’Boi Mirim), Maria do Rosário da Cunha Peixoto (Professora Dra. no Programa de Estudos Pós Graduados em História da PUC/SP e Coordenadora do Núcleo de Estudos Culturais: Histórias, Memórias e Perspectivas do Presente). Apresentação Cultural: Daniel (Artista Orientador/ Literatura). Local: EMEF Mario Fittipaldi – CEU Guarapiranga. Horário: 18h30 às 22h30.
Inscrições pelo link. Período de 25/09 a partir das 12h à 30/09 (Ou até acabarem as vagas).

VAGAS: 100
AVALIAÇÃO: Frequência e participação nas atividades.

CERTIFICAÇÃO: Terão direito ao certificado os participantes que obtiverem 100% de frequência e aproveitamento Satisfatório (conceito s). O curso será válido para a evolução funcional.
ÁREA PROMOTORA: Associação Guará, Núcleo de Estudos Culturais: Histórias, Memórias e Perspectivas do Presente – PUC/SP e DRE CAMPO LIMPO – DOT –P.

Inscrições;
https://docs.google.com/forms/d/1cXOtkcNwg5n-KpTx5e4OOt8lPiqpWGL7hN90PsFkcyE/viewform

10º Concurso de Vídeo Amador - DIADESOL- 2015.

A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção São Paulo - ABESSP, com a finalidade de incentivar o jovem a reflexão sobre as questões dos resíduos sólidos, estabelece as normas para a realização e participação no 10º Concurso de Vídeo Amador - DIADESOL- 2015.

 O Concurso está aberto para todos que queiram participar com uma produção audiovisual amadora, não havendo limite de idade. 

O 10º Concurso de Vídeo Amador - DIADESOL- 2015 consiste na elaboração de vídeos de curta duração, com máximo de 5 minutos.  

A participação no 10º Concurso de Vídeo Amador - DIADESOL- 2015 é gratuita. 
  A data limite para o recebimento dos vídeos é de 09 de outubro de 2015.
Serão premiados três vídeos. 
  1º Lugar – R$ 2.500,00 
  2º Lugar – R$ 1.000,00 
3º Lugar –R$  600,00 



Inscrições e informações;

http://www.abes-sp.org.br/diadesol/concurso-video-amador
                                  http://www.abes-sp.org.br/arquivos/regulamento_video2015.pdf

6º Concurso de Desenho Infantil - DIADESOL- 2015

A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção São Paulo - ABES-SP torna pública, para conhecimento dos interessados, abertura do 6º Concurso de Desenho Infantil, mediante as cláusulas e condições expressas neste Edital.
A data limite para envio dos desenhos é 09 de outubro de 2015.

1º Lugar – 01 Tablet
       2º Lugar – 01 IPod Nano 
                                3º Lugar – 01 máquina fotográfica digital.
           4º Lugar – 01 Kit de desenho

Todos os desenhos devem vir em papel A4, onde na frente contenha o desenho e no verso as seguintes informações (em letra legível): Nome, endereço, CEP, telefone e e-mail da escola; Nome do diretor; Nome do professor; Nome e idade do aluno; Nome, telefone e e-mail dos pais ou responsáveis pelo aluno. 5.2 – Para participar do 6º Concurso de Desenho Infantil - DIADESOL- 2015, os desenhos deverão ser elaborados com técnicas livres de criação e arte, de próprio punho, em formato A4, não podendo ser digital. 5.3 – Os desenhos deverão ser individuais. 5.4 – Não há um limite do número de desenhos por escolas, porém cada aluno poderá enviar somente um único desenho.




Inscrições e informações;
http://www.abes-sp.org.br/diadesol/concurso-desenho-infantil
http://www.abes-sp.org.br/arquivos/regulamento_desenho2015.pdf



quarta-feira, setembro 23, 2015

Inclusão e arte. Para qualquer parte !

A Pinacoteca do Estado de São Paulo é um dos mais importantes museus de arte do Brasil. Ocupa um edifício no Jardim da Luz, no centro de São Paulo, projetado por Ramos de Azevedo e Domiziano Rossi para ser a sede do Liceu de Artes e Ofícios.



No próximo sábado 26/09 é comemorado o Dia do Surdo! Por isso a Pinacoteca preparou um dia especial para eles e para todos que quiserem fazer parte das atividades. 

Além da Contação de Histórias em Libras, teremos também uma palestra sobre a cultura surda. Venha participar, a entrada é gratuita!



Serviço;


Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça da Luz, 2  - 11 3324-1000 | Lg. General Osório, 66 - 11 3335-4990
Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até as 18h.

As entradas na Pinacoteca e na Estação Pinacoteca serão gratuitas durante o período de 18 de julho a 18 de outubro.



Fontes;

https://www.facebook.com/PinacotecaSP/photos/np.1443027668862261.100000013429715/1014257678595480/?type=3&notif_t=notify_me_page
#pinacoteca110anos

6ª Carreata-Poética. Homenageada: Carolina Maria de Jesus.



Quando:
25|Outubro(domingo)
Início(Grajaú): 9h - Término(Parelheiros): 18h

Percurso:
Grajaú|SP - Parelheiros|SP
(3 paradas c/ intervenções artísticas)

Roteiro:
8H - Concentração - Sede do CAPS|Grajaú (RUA IRINA MILCHEV STARBULOV, 519)
9H - Saída
10H - Chegada no Clamarte ( Rua Professor Otávio Guimarães, 393 - Veleiros|SP)
11 H - Saída do Clamarte
12H - Chegada ao CIEJA Parelheiros(Praça dos Trabalhadores" s/n.)
13 H - Saída do CIEJA Parelheiros
14 H - Chegada à Biblioteca C.M.J (Biblioteca Carolina Maria de Jesus (CEU Parelheiros) - Rua Terezinha do Prado Oliveira, nº 20 - Jd Novo Parelheiros).
15H - Saída da Procissão
16H - Almoço·(Praça Júlio César de Campos)
17H - Homenagens na Praça · (Praça Júlio César de Campos)
18H - Término Parelheiros (Praça Júlio César de Campos)

Camisa da Carreata Poética 2015 falar com:
brunadornelescruz@gmail.com

Comunicado
aos colaboradores:
Estamos na fase de pré-produção. Agradecemos por toda ajuda até o momento mas ainda necessitamos de contribuições referente ao almoço (macarrão, óleo, extrato de tomate, sardinha em lata e queijo ralado) e serviços gráficos, isto é, confeccionar faixas, cartazes e panfletos.
Sua colaboração pode ser feita doando algum alimento para o almoço ou contribuindo com qualquer valor para confeccionar a parte gráfica.
Gratidão,

Família CAPS|Grajaú-SP.

Contato p/ colaboração:
brunadornelescruz@gmail.com


Qual futuro você está preparando para seus filhos ?


A primavera é uma das quatro estações do ano. Ela ocorre após o inverno e antes do verão. No hemisfério sul, onde está localizado o Brasil, a primavera tem início em 23 de setembro e termina no dia 21 de dezembro.

No tocante a astronomia, a primavera ocorre no equinócio de setembro (momento do ano em que o dia e a noite possuem a mesma duração, 12 horas cada). 



Já com relação a mudanças climáticas, é um período em que as temperaturas vão, aos poucos, aumentando. O mesmo ocorre com as águas do mar. As temperaturas, em grande parte dos países do hemisfério sul, ficam amenas.

Inspirar a sociedade e promover o debate sobre a importância da natureza para o bem estar humano, é ter a certeza que a natureza não precisa das pessoas.   As pessoas precisam da natureza.



Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come..

domingo, setembro 20, 2015

Na Faixa / Oficina de grafitti. Classificação etária: Acima de 60 anos..


Oficina de grafitti para pessoas com mais de 60 anos. Busca provar que conceitos como envelhecimento ativo e solidariedade entre gerações fazem a cada dia mais sentido, além de demonstrar que a Arte Urbana tem o poder de fomentar, promover e valorizar a democratização do acesso à arte contemporânea. 

O LATA 65, busca provar que conceitos como envelhecimento ativo e solidariedade entre gerações fazem a cada dia mais sentido, além de demonstrar que a arte urbana tem o poder de fomentar, promover e valorizar a democratização do acesso à arte contemporânea.

Ao  aproximar os menos jovens a uma forma de expressão artística habitualmente associada aos mais jovens, a proposta demonstra que a idade é só um número. Os alunos criarão coletivamente grafittis, tags e stêncils que serão aplicados no muro do jardim da unidade no final de semana.


O projeto fez um sucesso imenso em Portugal e ganhou destaque na mídia mundial e agora, o LATA 65 chega em São Paulo, com oficinas que duram 5 dias no Sesc Santana (de 29/9 a 4/10/15.)



Serviço;

Quando

*Turma I - De 29/9 a 4/10/15.

*Turma II - De 29/9 a 4/10/15.

Onde

Avenida Luis Dumont Villares, 579 - Santana
Telefone: +55 11 2971-8700

Quanto
Grátis
Inscrições;
http://www.sescsp.org.br/aulas/71105_LATA+65

Fonte;
http://www.woolfest.org/