quinta-feira, maio 08, 2008
quarta-feira, maio 07, 2008
Periferia na telinha

Quarta, às 19h30 - 2° exibição, sábado, à 1h
PRÓXIMO PROGRAMA - 14/5
O programa de estréia traz como convidado especial o cantor e compositor Jorge Aragão, que além de cantar, fala do lançamento de seu novo CD, da gravação do DVD e de sua carreira internacional.
Rappin' Hood vai até o Clube Corinthians entrevistar o jogador Dentinho que, nascido na periferia da Zona Oeste, conta sobre as dificuldades que enfrentou para conquistar seu espaço profissional no futebol. Ele fala também de seu amor pelos pais e comenta sobre música.
Exibe ainda, um perfil do rapper Fubá, morador do bairro Capão Redondo, que, desempregado há seis meses, entrega seu currículo em diversas empresas de São Paulo.
No quadro Interferência, o escritor Ferréz entrevista o músico Chico César no bar Barraca do Saldanha, no Capão Redondo. Já no Buzão - Circular Periférico, Alessandro Buzo faz um turismo cultural no bairro de Pirituba e apresenta eventos e artistas que agitam a região: o grupo de rap RZO, o Salão de Beleza da Soninha - onde a proprietária está formando uma biblioteca para oferecer leitura gratuita às clientes – e o Sarau Literário Elo da Corrente.
Manos e Minas mostra o universo do jovem da periferia e sua diversidade cultural nos segmentos do esporte, comportamento, música, dança, artes plásticas, cinema e literatura. O programa ainda acompanha a produção atual e resgata histórias da cultura negra brasileira e internacional.
O programa é gravado no Teatro Franco Zampari, em São Paulo, e conta com a participação da platéia para discutir as reportagens que são exibidas em um telão. O conteúdo das matérias mescla notícias da mídia, lançamentos, agenda, revelações no meio artístico e perfil de artistas. Além de assuntos referentes à produção cultural da periferia, as reportagens também trazem temas relacionados ao esporte, trabalho e questões sociais.
A música também está presente em várias vertentes. Rap, funk, soul, jazz, reggae, samba e MPB, entre outras, fazem parte do repertório dos convidados da atração.
A atração conta ainda com a colaboração dos escritores Alessandro Buzo e Ferréz (morador do Capão Redondo e autor de livros como “Capão Pecado” e “Ninguém é Inocente em São Paulo"), como condutores dos quadros quinzenais “Buzão – Circular Periférico” e “Interferência”, respectivamente. “Buzão” propõe um breve roteiro cultural em um determinado bairro da periferia, sempre acessado de ônibus. “Interferência” apresenta uma entrevista conduzida por Ferréz para discutir temas de atualidade.
"Onde Estudar " Vestibular FATEC 2008

Vestibular FATEC 2008:
FATEC Zona Sul
R. Frederico Grotte, 322 (altura do Nº 1700 da Av. Guarapiranga) - Jd São Luís
CEP 05818-270 - São Paulo/SP
Telefone: (11) 5851-9315 / (11) 5851- 8949 / (11) 5851-5829
E-mail: fateczs.diretoria@centropaulasouza.sp.gov.br
Site: www.fateczonasul.edu.br
Cursos ministrados
Informática para a Gestão de Negócios Período: Noite - 40 Vagas
Período: Tarde - 40 Vagas
Logística e Transportes Período: Tarde - 40 Vagas
Período: Noite - 40 Vagas
Na Faixa, Mostra de filmes documentários
políticas públicas para M' Boi Mirim
A Prefeitura da Cidade de São Paulo criou o Programa Passeio Livre,"lei 45.904",
que visa contribuir para melhorar a paisagem urbana, a acessibilidade, o resgate
do passeio público pela calçada e a socialização dos espaços públicos,
são objetivos do Programa Passeio Livre.
A conquista da acessibilidade, que a princípio serviria para atender a pessoas
com deficiência, beneficia a população, sendo portanto, uma conquista
de toda a sociedade.
Para a construção e reforma das calçadas da cidade de São Paulo, a
Prefeitura está realizando mais uma ação de inclusão social, ao qualificar
profissionalmente albergados, para formá-los calceteiros.
Em maio foi aprovado o Decreto nº 45 904 que estabelece um novo padrão
arquitetônico para as calçadas da cidade de São Paulo.
Se um passeio ou praça pública é acessível a uma pessoa com deficiência
ou mobilidade reduzida, podemos afirmar que qualquer cidadão conseguirá
usufruir deste espaço.
como diz o poéta;
Povo marcado,povo feliz..

Dispõe a Lei 9.504/97:
Art. 77. É proibido aos candidatos a cargos do Poder Executivo participar, nos três meses que precedem o pleito, de inaugurações de obras públicas.
A restrição consta dentre as condutas vedadas aos agentes públicos em campanhas eleitorais. É objetiva e atinge exclusivamente os candidatos aos cargos do Poder Executivo, inclusive Vices, tanto da situação como da oposição. Se o titular do Executivo não estiver em campanha à reeleição, não haverá restrição quanto aos atos de inauguração. Porém, eventuais excessos poderão caracterizar abuso de poder político, nos termos do artigo 22 da Lei Complementar Nº 64, de 18 de maio de 1990.
Mas por esse motivo,algumas obras públicas, às vezes, são inauguradas sem que as instalações estejam devidamente concluídas. Além disso, é comum que a população não fique sabendo se o custo da obra, anunciado na placa de inauguração, corresponde ao que realmente foi gasto no empreendimento.
São estas as informações obrigatórias para obras públicas:
I - Data do início e data do término da obra;
II - Valor inicialmente previsto e valor efetivamente gasto na sua execução, expressos em moeda corrente;
III - Nome dos empreendedores responsáveis pelo projeto e pela execução da obra IV - Nome do órgão ou entidade integrante da administração pública responsável pela fiscalização da obra.
segunda-feira, maio 05, 2008
Mostre seu trabalho musical
terça-feira, abril 29, 2008
Virada "discriminatória" cultural

O excesso de policiamento e a revista do público foram criticadas pelos rappers que se apresentaram hoje no palco do Baile Chique, um dos locais de apresentação da programação da Virada Cultural, localizado no parque D. Pedro, na região central de São Paulo.
Além da Polícia Militar (PM), o local contava ainda com seguranças particulares. No show do Rappin Hood e Sinfonieta, o rapper, entre uma canção e outra, aproveitou para criticar organização do evento. "Os caras dão geral na gente. Mas não é nada não. Rap não é arruaça, é o som que prega a verdade", disse Rappin.
No final da apresentação, ele voltou a reforçar as críticas ao policiamento e à Prefeitura de São Paulo. "Eles têm medo de negão, da revolução. Eles querem zoar a gente, mas na época da eleição vão pedir o nosso voto."
Thayde endossou as críticas ao esquema de segurança. "A localização do palco é uma forma de demonstrar o preconceito. Mas nós também temos que assumir que no ano passado a violência prejudicou a apresentação. O problema é que eles [a PM e a Prefeitura] já esperam coisa errada da gente. Espero que até o final do evento não ocorra nada de errado."
PM
O aspirante-oficial da PM Emanuel Ramon Tavares Nunes --que cuidava da segurança--, afirmou que as medidas adotadas--como a revista-- foram tomadas porque o local era fechado.
"Nós estamos em um local mais afastado. Por isso não podemos depender de efetivo menor. Como o espaço é fechado, aplicamos a revista."
Prefeito
O investimento da prefeitura na Virada Cultural deste ano foi de 6,8 milhões. 'A cultura é nossa prioridade. Com relação à segurança, a cada ano o objetivo é utilizar a experiência do ano anterior para diminuir o número de problemas durante o evento', afirmou o prefeito Gilberto Kassab.
Periferia
Talves seja por este motivo que as periferias não são contempladas com eventos. O efetivo da PM não daria conta de tantas "geral para manter a ordem", e dificilmente a prefeitura conseguiria apresentar uma fatura tão alta para os cofres públicos...
É lastimável para o povo, e inviável para o estado.
sexta-feira, abril 25, 2008
Que ajudar mesmo seu Bairro???


Eleições dia 18/05/2008 p/ conselho tutelar Jd.São Luis das 08:00hs ás 17:00hs
O Estatuto da Criança e do Adolescente introduz em 1990 mudanças significativas em relação à legislação anterior, o chamado Código de Menores, instituído em 1979. Crianças e adolescentes passam a ser considerados cidadãos, com direitos pessoais e sociais garantidos, desafiando os governos municipais a implementarem políticas públicas especialmente dirigidas a esse segmento.
http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L8069Compilado.htm
quarta-feira, abril 23, 2008
conselho tutelar Jd. São Luis

O Conselho Tutelar é um órgão público municipal de caráter autônomo e permanente, existente em 35 regiões da cidade, cuja função é zelar pelos direitos da infância e juventude, conforme os princípios estabelecidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).As principais atribuições do Conselho e seus conselheiros são:
Atender às crianças e adolescentes que tiverem seus direitos ameaçados por ação ou omissão da sociedade ou do Estado;por falta; omissão ou abuso dos pais ou responsáveis; ou em razão de sua conduta.
Receber a comunicação (obrigatória) dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos; de reiteradas faltas injustificadas ou de evasão escolar; após esgotados os recursos escolares; e de elevados níveis de repetência.
Requisitar o serviço social, previdência, trabalho e segurança, ao promover a execução de suas decisões.
Atender e aconselhar os pais e responsáveis, podendo aplicar algumas medidas, tais como encaminhamento a cursos ou programas de orientação e promoção a familia e tratamento especializado.
Assessorar a prefeitura na elaboração de propostas orçamentárias, com a finalidade de garantir planos e programas de atendimento integrado nas áreas de saúde, educação, cidadania, geração de trabalho e renda a favor da infância e juventude.
http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L8069Compilado.htm
segunda-feira, abril 21, 2008
2º Poesia no Ar

A COOPERIFA VAI ENCHER O CÉU DE SÃO PAULO DE POESIA !!!
Dia 30 abril 21hs
O Sarau da Cooperifa realiza pelo segundo ano consecutivo, o Poesia no
ar, e vai encher o céu de São Paulo de poesia.
Nesta noite mágica da periferia paulistana o sarau vai acontecer
normalmente até às 22hs30, depois todas as poesias lidas, mais as
mensagens e poemas dos convidados, serão colocadas em balões de gás
(500 bixigas) e enviados via áerea para toda a cidade.
Só não vê quem não quer, onde todos querem violência, nós poesia.
Quem não puder comparecer no Sarau da Cooperifa neste dia, não se
preocupe, se tiver sorte vai receber nossa poesia em casa, sem alarde,
e abençoada pelo sereno da madrugada.
Bar do Zé Batidão
Rua Bartolomeu dos Santos, 797 Chácara Santana
Periferia-SP
Infs. 72074748
www.colecionadordepedras.blogspot.com
terça-feira, abril 15, 2008
OH MY GOD

.
Bristol (EUA) - A Igreja Protestante perto de minha casa tem duas famílias de missionários morando entre os índios yanomami, no estado de Roraima. Como ela, há milhares de outras nos Estados Unidos, com missionários espalhados por toda a Amazônia.
Vão levar aos índios a "palavra de Deus". Em inglês, é claro. Deus fala inglês, como o recém falecido Charlton Heston nos filmes de Cecil B. de Mille. Ao mesmo tempo, diversos movimentos internacionais apóiam a tese de que os Estados Unidos e a União Européia deveriam subvencionar os "povos da floresta" no Brasil, como parte de um plano para combater o aquecimento global.
A floresta amazônica deve ser preservada para combater o aquecimento global. É elementar, meu caro Watson. Mas se o governo brasileiro deixar que as negociações ocorram diretamente entre americanos e europeus com os indígenas da Amazônia estará dando um passo gigantesco para perder sua soberania sobre a região.
Com todo o respeito que os índios merecem, o governo brasileiro deve olhar com muito cuidado este reconhecimento da "nação yanomami" (especialmente uma que desconhece a existência de uma fronteira entre Brasil e Venezuela), "nação sateré mawé", "nação kariri-xocó" e outras que tais. Se não o fizer, no futuro terá que enfrentar movimentos separatistas como a China agora é obrigada a combater no Tibete, cortesia do Dalai Lama e do canastrão hollywoodiano Richard Gere.
A única maneira sensata de lidar com a Amazônia é preservar sua floresta através de um desenvolvimento econômico sustentável. Lembro-me de que, no governo de José Sarney, o governo americano bloqueou a construção de uma estrada do Brasil para o Pacífico, alegando que ela desmataria a Amazônia, ao mesmo tempo que continuava a exportar madeira para o Japão, graças às suas estradas para. para o Pacífico.
Vamos preservar a cultura indígena e a as línguas indígenas dentro de um contexto em que ela integrem um país cujas fronteiras estão definidas e consolidadas há muito tempo e no qual o idioma oficial, um verdadeiro elo de união das montanhas Pacaraima ao Chuí, é o português.
Deus não deveria precisar de intérpretes americanos.
segunda-feira, abril 14, 2008
quarta-feira, abril 09, 2008
12º Salão Paulista de Arte Contemporânea/AUREAMUSARONDINAALÚVIA – Um Tributo à Poesia Concreta

AUREAMUSARONDINAALÚVIA – Um Tributo à Poesia Concreta
De 15 a 18/4
Entrada franca
A Casa das Rosas e a Universidade de São Paulo promovem o evento AUREAMUSARONDINAALÚVIA – Um Tributo à Poesia Concreta, uma homenagem ao movimento concretista que surgiu no Brasil há 50 anos.
programação:
Abertura com Recital Som Cor Som. Leitura de poemas de Augusto e Haroldo de Campos e Décio Pignatari, além de uma exposição de livros e revistas concretistas. Poetas participantes: Lenora de Barros, Frederico Barbosa, Claudio Daniel, Mônica Rodrigues da Costa, Yun Jung Im, Michel Sleiman, Elson Fróes, Marcelo Tápia e Lúcio Agra.
Dia 15/4, às 19h30, na Casa das Rosas
Palestra "Re-Visão da Poesia Concreta", ministrada pelo prof. Boris Schnaiderman. Além de discutir a poesia concreta, Schnaiderman, professor e tradutor de russo e escritor, fala da experiência que obteve no contato pessoal e em trabalhos realizados com Haroldo de Campos.
Dia 16/4, às 14h, na FFLCH – USP.
Debate “A Poesia Concreta e a Crítica Literária Brasileira”. O debate será realizado com os professores da USP, Antônio Vicente Pietroforte, do Departamento de Lingüística, e Roberto Zular, de Teoria Literária e Literatura Comparada, com mediação da professora de Literatura Russa, Aurora Bernardini.
Dia 17/4, às 14h, na FFLCH – USP.
Encerramento com o show Cor Som Cor. O cantor e compositor Edvaldo Santana apresenta um repertório baseado em poemas concretistas. Haverá ainda a projeção dos vídeos Poetas de Campos e Espaços e Galáxia Haroldo, e exposição de livros e revistas concretistas.
Dia 18/4, às 19h30, na Casa das Rosas.
Casa das Rosas
Avenida Paulista, 37
Tel.: (11) 3285-6986 e 3288-9447
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) – USP
Departamento de Letras, sala 107
Av. Professor Luciano Gualberto, 403 – Cidade Universitária – Butantã
Tel.: (11) 3091-4312 e 3091-4866

12º Salão Paulista de Arte Contemporânea
Mostra anual criada pela Lei 3.101 de 25 de novembro de 1981, realizar-se-á no período de 6 a 30 de junho de 2008, na cidade de São Paulo, tendo como sede o espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura - Casa das Rosas, sob o patrimônio da Secretaria de Estado da Cuiltura através de sua Unidade de Fomento e Difusão e Produção Cultural, Assosciação Paulista de Amigos da Arte e a Coordenação de uma Comissão Organizadora.
Poderão participar artistas brasileiros e estrangeiros, legalmente residentes no brasil há mais de 2 anos, efetuando-se a inscrição em ficha própria acompanhada do dossiê. É indispensável o completo preenchimento da mesma, datilografada ou em letra de forma. Só serão aceitas as fichas de inscrição assinadas pelo artista ou por procurador através de instrumento específico autenticado em cartório competente. As inscrições estarão abertas no período de 7 de abril a 6 de maio de 2008.
http://www.cultura.sp.gov.br/StaticFiles/SEC/edital/Regulamento_2008_v3.pdf
sexta-feira, abril 04, 2008
quarta-feira, abril 02, 2008
Na faixa



Centro Cultural Monte Azul
Programação de Abril 2008
"Nada assenta melhor ao corpo que o crescimento do espírito."
Provérbio Chinês
Dia 05/04 – Sábado
20 horas:
SARAU
Local: Centro Cultural Monte Azul
Dia 12/04 – Sábado
18:30 horas:
Dança, aula aberta
JAM CONTATO
Coordenação: Cícero Mendes
Local: Centro Cultural Monte Azul
20 horas:
Show
LU HORTA
Local: Centro Cultural Monte Azul
Dia 13/04 – Domingo
19 horas:
Cinema
ESTAMIRA
Sessão Laje
Direção: Breno Silveira
Local: Quadra da Favela
Dia 19/04 – Sábado
A partir das 16 horas:
Evento especial
DIA DO ÍNDIO
Brincadeiras, Bate-papo e exibição de documentário sobre os índios brasileiros.
Local: Centro Cultural Monte Azul
Dia 23/04 – Quarta-feira
10:30 e 14 horas:
Teatro infantil/ Contação de histórias
PROJETO LIVRO VIVO
Com Carlos Luiz
Local: Favela Monte Azul
Dia 26/04 – Sábado
16 horas:
Cortejo
CHAMADA PARA A VIRADA CULTURAL
Com Grupos do Bairro
pelas ruas da região.
Saída: Centro Cultural Monte Azul
Programa sujeito a alterações.
Favor confirmar a programação por telefone ou e-mail
e-mail centrocultural@monteazul.org.br
telefone (11)5851-5370
sexta-feira, março 28, 2008
pra refletir

O diálogo, a fala, a palavra é um poderoso remédio e poderosa terapia.
Se não quiser adoecer - "tome decisão".
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia.
A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões.
A história humana é feita de decisões.
Para decidir, é preciso saber renunciar, saber perder vantagens e valores para ganhar outros.
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.
Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo.
Melhor acender o fósforo que lamentar a escuridão.
Somos o que pensamos.
O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
Se não quiser adoecer - "não viva de aparências".
Quem esconde a realidade, finge, faz pose, quer sempre dar a impressão de estar bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc.
Está acumulando toneladas de peso...
Uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
( DR. DRAUZIO VARELA)
terça-feira, março 25, 2008
8ª Conferência Internacional do Documentário
"doutor " em jornalismo

Nascido em 1934 no Bom Retiro, bairro tradicional no centro da capital paulista, Serjão era um autodidata. Não chegou ao curso “superior”, mas fez-se na rua e nas redações "doutor " em jornalismo. Bancário, recém-casado, viu uma notícia na Folha de S. Paulo no fim da década de 1950, do tipo “você quer ser jornalista?”, e para lá se dirigiu. Fez um teste e, aprovado, entrou para a reportagem do jornal da Barão de Limeira, onde nos conhecemos.
Quatro anos depois, a convite de Paulo Patarra, transferiu-se para Quatro Rodas, da Editora Abril. Ali, em 1966, faria parte da equipe que fundou e lançou REALIDADE, cujo forte era a reportagem, revista “cult” daquela editora e maior sucesso jornalístico do gênero neste país.
Há onze anos, em abril de 1997, Sérgio lançou, com amigos e associados, a revista Caros Amigos, que vinha dirigindo .
A importância de Serjão para o jornalismo pátrio é discreto como sua figura e incomensurável como seu tamanho – pois se dá justo naquele trabalho quase anônimo do editor, do editor de texto, da palavra seca, cortante, exata, da melhor linha humano-política na orientação ao repórter, ao subeditor, ao chefe de arte, ao departamento comercial, advinda de um caráter íntegro e de um senso jornalístico próprio dos gênios.
Dedicou 50 anos à profissão, na qual não fez fortuna, ao contrário: deixa dívidas. Aliás, uma de suas últimas criações foi o “Anticurso Caros Amigos – Como não enriquecer na profissão”.
Morreu em São Paulo aos 73 anos. Operado dia 10 de março de 2008 em razão de uma perfuração no duodeno, morreu em decorrência de complicações na madrugada terça-feira, 25 de março de 2008, no Hospital Osvaldo Cruz.
Sérgio deixa viúva a jornalista Lana Nowikow, com quem teve três de seus sete filhos.
ll Congresso Internacional de Pedagogia Social

Estão abertas as inscrições para a 2ª edição do Congresso Internacional de Pedagogia Social, a realizar-se de 16 a 19 de Abril de 2008, na Faculdade de Educação da USP.
Serão 11 mesas-redondas com temáticas variadas e de interesse para a Pedagogia Social.
Hans-Uwe Otto (Bielefeld-Alemanha), Jorge Bernardo Camors Garibaldi (AIEJI-Uruguai) e Jaime Bernet Trilla (Barcelona-Espanha) serão os conferencistas internacionais.
mais
http://pedagogiasocial.incubadora.fapesp.br/portal/congresso-2008-1
quinta-feira, março 20, 2008
terça-feira, março 18, 2008
Áreas de ocupação irregular "Favelas"

As favelas do Brasil são consideradas por muitos como uma conseqüência da má distribuição de renda e do déficit habitacional no país.
A origem do termo se encontra no episódio histórico conhecido por Guerra de Canudos. A cidadela de Canudos foi construída junto a alguns morros, entre eles o Morro da Favela. O Morro de Favela tem este nome porque o morro era coberto por uma planta, chamada de favela. Os soldados que foram lutar na região, ao voltar ao Rio de Janeiro, em um certo momento deixaram de receber seu soldo e passaram a morar em construções provisórias instaladas em alguns morros da cidade, juntamente de outros desabrigados. A partir daí, estes morros passaram a ser conhecidos como favelas, em referência à "favela" original. A planta se denomina fava e faveleiro da família das euforbiáceas Cnidoscolus phyllacanthus, que segundo Mestre Lua de Bobó (baiano), era utilizada para "fechar o corpo". Também algumas favelas surgiram de seguinte forma: Os escravos que eram alforriados, ou que fugiam, procuravam os lugares mais altos, que eram os mais escondidos, para construir suas casas, a explicação das favelas serem na maior parte das fazes de tijolo ( mal-feitas ) era que os escravos, não tinham dinheiro para construir uma casa decente, e precisavam de uma casa baixa, para se esconder no meio dos vegetais ( isso quando os morros ainda tinham muita vegetação ). Mas as favelas só cresciam, até que foi assinado a lei Áurea, e os escravos poderiam agora ir para perto de suas famílias, e amigos, até que se formou um grande conjunto habitacional ilegal. O motivo da favela da Rocinha, ser a maior da américa latina, é que perto dali, existia a Tijuca, um lugar onde existiam grandes senhores de engenhos e pessoas ricas que tinham muitos escravos, sendo que antigamente, os morros mais pertos, eram todos vigiados pelos senhores, então eles optavam pelos morros um pouco mais longe, que foi o morro aonde começava em São Conrado, e começou a crescer desvaeradamente, até que ficou o que é, hoje, existirem favelas já é por outro motivo, é porque algumas famílias não tem condição financeira para comprar um terreno, então opta pelos lugares ilegais, que é dominado por ´corrupção por ser escondido, então a polícia nem o governo consegue entrar para retirarem essas pessoas de seus terrenos ilegais.
No livro Os Sertões de Euclides da Cunha conta essa história.
Utilidade pública, projeto caminho de volta USP

O projeto caminho de volta é um programa gratuito criado para ajudar familiares que perderam seus filhos. Para ser atendido no programa, é necessário apresentar o boletim de ocorrência (nos casos de desaparecimento de menores de 18 anos).
O projeto caminho de volta vai ajudá-lo com:
Bancos de DNA: com uma única gota de sangue dos pais e/ou familiares está sendo criado um banco de DNA que permite estabelecer os vínculos de parentesco de uma criança encontrada, mesmo que decorridos muitos anos do seu desaparecimento. As mudanças físicas ocorridas com o tempo não alteram o nosso DNA, pois ele é perene e imutável.
Apoio psicossocial: oferecido às famílias durante todo o processo de busca, com o objetivo de dar suporte emocional e identificar as causas do desaparecimento.
Mais informações:
http://www.caminhodevolta.fm.usp.br/
Você também pode abrir um boletim de ocorrência via internet.
Basta acessar a home page http://www.ssp.sp.gov.br/bo/
E quem paga a conta é o????

E tem gente ainda que afirma; esquece os políticos, acorde cedo, vai pro trampo, faz a sua que tudo se resolve......
Em muitos pontos da cidade de São Paulo, não vale mais a pena aumentar a frota de ônibus em circulação. Inevitavelmente, eles ficariam parados no trânsito. De acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de São Paulo, a velocidade média dos ônibus na cidade é de 12 quilômetros por hora, metade da média de 20 anos atrás. Resultado: a lentidão e os freqüentes atrasos estimulam os usuários a migrar para outros meios de locomoção, como o carro, que circula com o dobro da velocidade.
O ritmo de expansão da malha viária não tem acompanhado o crescimento da frota. Nos últimos dez anos, a quantidade de veículos no município aumentou 25%, enquanto a infra-estrutura viária, hoje com 17 mil quilômetros de extensão, cresceu pouco menos de 6%. Para garantir maior agilidade aos ônibus, é inevitável tomar parte do espaço disponível aos carros para a criação de novos corredores exclusivos e vias preferenciais. "A população só deixará o automóvel quando o ônibus for mais rápido e oferecer conforto aos usuários", explica o consultor Paulo Sérgio Custódio.
Com a segunda maior frota de automóveis do mundo, 6 milhões de veículos, São Paulo avança rumo a um colapso em seu sistema viário. O maior congestionamento deste ano superou a marca de 186 quilômetros, na segunda-feira 10. Nas marginais dos rios Pinheiros e Tietê, os carros circulavam, em média, a 7 quilômetros por hora, menos de um décimo da velocidade permitida e quase o mesmo tanto de uma caminhada a pé.
Por pouco a capital não bateu o recorde histórico de 191 quilômetros de engarrafamento verificado no dia 4 de novembro de 2004, apesar de a diferença ser, na prática, imperceptível. E, mais grave, a tendência não é nada animadora. Na última década, a frota paulistana aumentou 2,5 vezes mais do que a população. São licenciados diariamente 800 automóveis na cidade, número superior à média de 500 nascimentos por dia.
A frota nacional também está em franca expansão. Nos últimos dez anos, passou de 30 milhões para 50 milhões de veículos. Em 2007, foram quase 3 milhões de automóveis produzidos e 2,46 milhões, vendidos. É o melhor desempenho da história, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.
Outro movimento percebido é a substituição do transporte coletivo pelo individual. De acordo com a Associação Nacional das Empresas de Transporte Urbano (conhecida pela sigla NTU), a frota de ônibus de nove capitais brasileiras caiu 9% entre 1998 e 2006. No mesmo período, o número de passageiros transportados por mês teve queda de 25%. "É o resultado das deficiências do transporte de massas e do culto ao automóvel. O Estado precisa intervir para modificar esse cenário", admite o secretário nacional dos Transportes, Luiz Carlos Bueno de Lima.
Entre os especialistas e gestores públicos, há o consenso de que o transporte coletivo deve ser priorizado, o uso dos automóveis precisa ser restringido, e as cidades devem planejar melhor o uso do espaço público, concentrando as principais redes de transporte nas áreas de maior adensamento populacional. Entre a retórica e a realidade, há, porém, um grande abismo. "Hoje, rios de dinheiro são gastos em obras viárias de pouca relevância, que muitas vezes ligam um congestionamento a outro. Mas a expansão dos trens metropolitanos e dos corredores exclusivos de ônibus segue a passos de tartaruga", pontua o urbanista Cândido Malta Campos Filho, professor aposentado da Universidade de São Paulo.
Diante do agravamento dos congestionamentos na capital, o prefeito Gilberto Kassab (DEM, ex-PFL) apresentou um pacote de medidas para minimizar o estrago. Entre elas, a instalação de semáforos computadorizados, câmeras de monitoramento, equipamentos para fiscalizar o rodízio e a construção de dois corredores de ônibus. "Evidente que não vamos resolver todos os problemas a curto prazo, mas o importante é assumir que existe o trânsito e este é um problema grave da cidade".
O governador José Serra (PSDB), por sua vez, aposta nas obras de expansão do Metrô e do Rodoanel, que interligará três rodovias federais e sete estaduais, a evitar que os veículos com outros destinos passem pela cidade. Por ora, apenas o trecho oeste da obra, com 32 quilômetros, está concluído.
"Em São Paulo, todas as expectativas repousam sobre o Metrô, mas os usuários precisam chegar até as estações de alguma forma. Um corredor de ônibus de alto desempenho pode ser tão eficiente e confiável como um trem", comenta Custódio. O consultor também lembra que um quarto do território paulistano é coberto por linhas de ônibus, enquanto os 61 quilômetros de Metrô cobrem uma área inferior a meio ponto porcentual.
Durante a gestão de Marta Suplicy (PT), a prefeitura de São Paulo lançou a meta de implantar 325 quilômetros de corredores de ônibus exclusivos até 2008. Hoje, a cidade conta com cerca de 111 quilômetros de vias segregadas para ônibus. A maioria delas não permite ultrapassagens, e a velocidade média dos veículos é de 16,5 quilômetros por hora. O governo estadual incluiu em seu plano estratégico (Pitu 2020) a meta de 560 quilômetros de corredores na região metropolitana. Recentemente, Kassab anunciou a construção de outros dois corredores, com extensão total de 28 quilômetros, ao custo de 462,5 milhões de reais.
Com o aval da então prefeita Luiza Erundina (1989-1993), que decidiu encampar a proposta no início da década de 90, o secretário municipal dos Transportes, Lucio Gregori, tratou de apresentar o projeto de tarifa zero para os ônibus à bancada petista da Câmara. O balde de água fria foi proporcional à empolgação inicial. Vários vereadores do partido consideraram a iniciativa inviável. O próprio Lula foi contra, dizendo que o "trabalhador deveria ganhar o suficiente para pagar pelo transporte". Deixado de lado, o projeto de Gregori seria adotado como bandeira pelos jovens que há alguns anos criaram o Movimento Passe Livre, que inicialmente defendia o transporte gratuito apenas para os estudantes.
Entre os especialistas brasileiros, a rejeição à proposta é grande. "Não há dúvidas de que o preço da tarifa precisa ser barateado, com uma política de subsídios e de incentivos fiscais. Mas a gratuidade iria onerar demais o Estado e estimular o uso pouco racional do transporte. É melhor cobrar pouco, mas cobrar", comenta Marcos Bicalho, diretor-superintendente da NTU. Dos 308,5 milhões de reais gastos com o sistema de ônibus em São Paulo no mês de janeiro, apenas 39 milhões de reais foram bancados pela prefeitura. O restante foi pago pelos usuários.
Talvez a solução mais drástica para conter a proliferação dos carros tenha sido a adotada em Cingapura. Além de criar elevadas tarifas para a aquisição de veículos, o governo instituiu o Certificado de Propriedade (COE, na sigla em inglês). Trata-se de leilão de licenças que limita o número de automóveis na cidade-Estado, uma ilha com pouco mais de 4,6 milhões de habitantes. O custo de cada licença pode chegar a algo em torno de 21 mil reais. Hoje, há cerca de 851 mil veículos na ilha. Na última década, a frota cresceu menos de 2,5% ao ano.
Quem paga a conta??? como classificado pelos chefes

de edição do jornal da Globo, é o Hommer Simpson......
segunda-feira, março 17, 2008
Abre o Olho M' Boi



A criação do Conselho das Cidades (ConCidades), no ano de 2004, representa a materialização de um importante instrumento de gestão democrática da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano - PNDU, em processo de construção. Ele é um órgão colegiado de natureza deliberativa e consultiva, integrante da estrutura do Ministério das Cidades e tem por finalidade estudar e propor diretrizes para a formulação e implementação da PNDU, bem como acompanhar a sua execução.
Ele viabiliza o debate em torno da política urbana de forma continuada, respeitando a autonomia e as especificidades dos segmentos que o compõem, tais como: setor produtivo; organizações sociais; OnG’s; entidades profissionais, acadêmicas e de pesquisa; entidades sindicais; e órgãos governamentais.
O ConCidades é, portanto, uma verdadeira instância de negociação em que os atores sociais participam do processo de tomada de decisão sobre as políticas executadas pelo Ministério das Cidades, nas áreas de habitação, saneamento ambiental, transporte e mobilidade urbana e planejamento territorial.
ftp://ftp.saude.sp.gov.br/ftpsessp/bibliote/informe_eletronico/2006/iels.dezembro.06/iels239/E_PL-745_161206.pdf
sexta-feira, março 14, 2008
Políticas de desenvolvimento
quinta-feira, março 13, 2008
Alerta cidadão!!!

Contra a Revisão do Plano Diretor!
A Prefeitura Municipal de São Paulo enviou um Projeto de Lei, revisando o Plano Diretor Estratégico (PDE – Lei 13.430/02) de nossa cidade. No entanto, até hoje:
- As ZEIS (Zonas Especiais de Interesse Social), a uilização e punição de imóveis vazios e outros importantes instrumentos de planejamento urbano do PDE não foram implementados;
- A Prefeitura não cumpriu o PDE e não elaborou o Plano Municipal de Habitação e o Plano de Transporte;
- A proposta de revisão não foi amplamente discutida pela sociedade, como manda a Constituição.
Além disso, a Prefeitura mais uma vez descumpre a lei fazendo despejos e remoções nas favelas que deveriam ser urbanizadas e regularizadas.
As entidades e cidadãos exigem a imediata mudança de postura da Prefeitura Municipal de São Paulo, retirando da Câmara Municipal o Projeto de Revisão do Plano Diretor Estratégico para, dentro da legalidade e do mais alto espírito democrático e cidadão, refazer as concepções e procedimentos da revisão do Plano Diretor Estratégico, objetivando o desenvolvimento de uma cidade justa e socialmente includente, planejada de forma participativa e alicerçada no interesse público.
exemplo a se seguir
Projeto ensina Educação Fiscal aos estudantes
Iniciativa inclui peça teatral sobre cidadania e direitos do consumidor
Como trocar um brinquedo em caso de defeito? Para que serve o cupom fiscal? Estes são alguns dos vários assuntos abordados na peça teatral “Os cidadãos brasileiros e o Procon estão na escola”, promovida pela Oficina de Atores de Igor Bartchewsky em parceria com o Procon de Praia Grande e apresentada no último dia 7 de novembro, na escola José Júlio Martins Baptista, conhecida como Tio Baptista. Dinâmica, interativa e divertida, a peça prende a atenção dos espectadores mirins e arrancam risadas do público, ensinando os conceitos de uma forma lúdica. A iniciativa do Procon e da Oficina de Atores casou muito bem com o projeto já desenvolvido pela escola desde 2005, intitulado “Educação Fiscal”, que também inclui diversas atividades em sala de aula e palestras para os pais dos alunos. De acordo com a diretora da unidade, Sandra Regina Galvão, o objetivo desse projeto é ensinar toda a comunidade sobre os seus direitos e deveres como consumidores, além de conscientizá-la quanto à exigência da nota fiscal e sua importância na arrecadação de impostos para o município. Sandra conta que o assunto é trabalhado de forma interdisciplinar e bem prática. “Nas aulas de matemática, por exemplo, os alunos trazem notas fiscais para realizar cálculos. Os pais também trazem contas de água e luz nas palestras, para tirarem suas dúvidas”, diz. Parceria - Sempre com temas relacionados à cidadania, o teatro de Igor Bartchewsky já é considerado pela escola como um parceiro em seus projetos. A equipe de atores já se apresentou na unidade Tio Baptista três vezes, sendo sempre um sucesso entre os estudantes. “O teatro chama a atenção, porque é uma forma divertida dos alunos aprenderem. Além disso, a peça também enfoca valores, como respeito e amor”, comenta Sandra. Escrito e dirigido por Igor, o espetáculo “Os cidadãos brasileiros e o Procon estão na escola” tem cerca de 50 minutos de duração e aborda 13 temas, entre eles a violência, a cooperação, o respeito e os direitos do consumidor. Ao final, é feita uma sessão de perguntas e respostas para que os alunos tirem suas dúvidas. “É legal, porque a gente aprende muita coisa”, diz o aluno Alisson França, de 9 anos. “Aprendi que devemos respeitar o próximo e não fazer violência. Também aprendi que devemos prestar a atenção na data de validade quando comprar algum produto”, completou. O estudante Victor Kil Lima, de 10 anos, conta que aprendeu como se faz para trocar um produto quebrado. “Temos que guardar a nota fiscal pra conseguir fazer a troca”, explica. Para Igor, que já escreveu 19 peças com temas relacionados à cidadania, é gratificante realizar um trabalho pedagógico através do teatro. “Temos que desenvolver a consciência de nossas crianças desde cedo, para ajudar a construir um país mais justo e melhor”, afirma. Oficina de Atores – Cerca de 400 pessoas já passaram pela Oficina de Atores, Figurantes e Elenco de Apoio de Igor Bartchewsky, que está instalado em Praia Grande desde 2005. Dentre seus ex-alunos, 29 atuam em peças teatrais, 6 trabalham atualmente na TV Globo e 50 atuam em comerciais e trabalhos diversos no meio artístico. A Oficina fica na rua Jaú, nº 880, sala 24. Nas escolas públicas, o grupo se apresenta gratuitamente. A escola que tiver interesse em convidar o grupo para se apresentar pode entrar em contato pelo telefone (11) 8171-5754 ou 3591-4918.
terça-feira, março 11, 2008

A EAD (Educação a Distância) hoje, é vista como uma modalidade educativa organizada e sistematizada, onde o participante, mesmo não estando fisicamente presente em um ambiente formal de ensino-aprendizagem, tem oportunidade de construir conhecimento através da reflexão e da vivência de situações de experiência.
O orientador da aprendizagem ou o tutor atua como mediador, isto é, aquele que estabelece uma rede de comunicação e aprendizagem multidirecional, através de diferentes meios e recursos da tecnologia da comunicação para vencer a distância física (entre ele e o participante, entre diferentes participantes, entre participantes e seus sistemas, entre o participante e seu contexto...).
Sendo a EAD uma modalidade educativa não pode desvincular-se do sistema educacional e deixar de cumprir funções pedagógicas no que se refere à construção da ambiência de aprendizagem e à utilização das tecnologias da informação, vivência de situações de experiência.
http://www.eadvirtual.com.br/moodle/
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